São Paulo jogou muito...por cinco minutos. E acabou por ai. O que restou foi apenas um péssimo futebol, sem criatividade e com muitos erros.
Tenho certeza que fazer um gol aos 33" (invalidado corretamente) e na sequência fazer um gol que valeu aos 5', deve ter feito o time achar que seria fácil. Mais não. Sofreu o empate minutos depois e viu o seu futebol sucumbir. A partir daquele momento as coisas ficaram feias pro tricolor, que não finalizava no gol, e por incrível que pareça, quase sofreu por mais de uma vez, a virada dos argentinos, que fazia contra o tricolor, sua primeira partida internacional.
| Cabe baixa e futebol também. (Foto: Marcos Bezerra/Futura Press) |
Vou listar aqui (em ordem aleatória) os principais pontos que fizeram o São Paulo sofrer mais um vexame, como tem feito ano após ano:
1° Empatar o primeiro jogo na Argentina. Os gols perdidos e o futebol insosso;
2° Rogério Ceni. Escalou mal, mexeu mal, e não soube o que fazer nesse período de "inter-temporada";
3° Time sem repertório e limitado;
4° Má qualidade de alguns jogadores titulares;
5° Time parece ter esquecido a grandeza de sua camisa. Tem aceitado derrotas para time menores com muita facilidade;
6° VEXAME.
E tem muito mais coisas para dizer, mas a revolta nesse momento não deixa.
Agora, resta para o fim do ano apenas 38 jogos, que certamente terão bons e maus resultados, mas a única certeza é, esse time perdeu a credibilidade com o torcedor.
Após as eliminações contra sccp e Cruzeiro, eu disse que esse time não seria para esse ano, porém, não imaginei que 4 meses depois do seu primeiro jogo, já teríamos acumulado 3 eliminações.
Nunca quis ver o Rogério com nenhum outro cargo no clube (nem mesmo presidente), porém uma vez que ele está lá tem meu apoio, mas tenho que dizer uma coisa, se ele não abrir o olho, as coisas podem pior pra vida dele no clube e sua carreira.
Único destaque positivo fica por conta de Renan Ribeiro, que evitou um vexame maior ainda.
Agora, os destaques negativos....vish, esse tem vários. Neilton, Lucão, Bruno, Curva, Rogério Ceni, João Schmidt e por aí vai...
Rafa Malagodi
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