22 de janeiro de 2012

São Paulo 4 x 0 Botafogo/SP (paulista 2012)


E começa a temporada para o tricolor. Diante do Botafogo/SP o São Paulo estréia no Morumbi, pelo campeonato paulista. Torneio esse que não vencemos desde 2005, na qual o treinador era o mesmo de hoje, Leão.
Para o jogo deste domingo, o tricolor já começará com desfalque. O goleiro artilheiro Rogério Ceni, que com lesão no ombro ficará de fora das primeiras partidas, podendo ainda ficar de fora por alguns meses, caso necessite de cirurgia. Por outro lado, promoverá algumas estréias como Cortês na lateral esquerda e Edson silva na zaga. Rhodolfo que era dúvida vai a campo.

Primeiro tempo
O jogo começa e o tricolor entra em campo com a seguinte escalação: Dênis, Piris, Rhodolfo, Edson Silva, Cortês, Wellington, Denílson, Lucas, Cícero, Fernandinho e Lúis Fabiano. Os primeiros 5 min. foram de “estudos” por parte tricolor, e a forte marcação do Botafogo estava sendo o suficiente para barrar o São Paulo. Com a diminuição da chuva o tricolor começou a se soltar mais, e aos 13 min. Cícero perdeu o primeiro gol do jogo ao cabecear sozinho pra fora, da marca do pênalti. E aos poucos o São Paulo foi chegando com troca de passes, pois até então, era a única maneira de furar a defesa adversária. Aos 19 min. Denílson quase marca o seu de cabeça, mas errou o alvo. Com 22 min. nova oportunidade, agora com Fernandinho, mas após o drible o chute foi em cima do goleiro, o que deixou L. Fabiano irritado, pois estava sozinho. O gol tricolor parecia estar madurando, aos 25 foi à vez do Fabuloso quase marcar, novamente de cabeça. Depois de quase dez minutos sem muitas investidas, o tricolor enfim chegou ao seu gol, e de cabeça. Rhodolfo marcou após boa cobrança de escanteio de Lucas. O gol corou a equipe que estava na luta por toda a partida, e a tendência é o placar dilatar. O nome do jogo até o momento é Márcio, goleiro do Botafogo/SP. O jogo se encaminhava para o seu final quando Wellington roubou a bola na defesa, armou o contra ataque, e na tabela, Fernandinho devolveu para Cícero que marcou de cabeça o segundo gol do jogo, aos 42 min. Pelo alto parecia ser o melhor caminho. Por alguns momentos, o individualismo prevaleceu, Cícero, Fernandinho, L. Fabiano foram os que abusaram.
Rhodolfo marca o primeiro da goleada e da temporada

Segundo tempo
Sem alterações o tricolor volta a campo. E aos 2 min. novamente de cabeça, quase saiu o terceiro gol com Cícero, e com 3 min. Lucas quase marca um golaço, após dois belos dribles. O São Paulo parece ter voltado disposto a liquidar o jogo já no seu início. O problema de individualismo no primeiro tempo, e que Leão disse ter conversado no intervalo, parecia ter voltado. Com dez minutos jogados Fernandinho e Lucas foram os responsáveis por não passarem. E a disposição tricolor surtiu efeito mais uma vez. O estreante Edson Silva marcou o seu, após rebote na área. Após o terceiro gol o tricolor diminuiu o ritmo, mas continuou com posse de bola. O goleiro Dênis, realizou sua primeira defesa somente aos 20 min. Na sequência alteração dupla no tricolor. Saiu Fernandinho e Denílson, entraram Casemiro e Maicon, mais um estreante. O tricolor paulista estava se mantendo em seu campo de ataque, porém, não conseguia uma boa jogada. Mas como a bola por cima estava sendo o escape, em algumas jogadas, após novo escanteio saiu o quarto gol tricolor, e por sinal um gol inusitado. Depois da cabeçada de Luís Fabiano, o goleiro tentou chutar pra fora, mas a bola bateu no zagueiro e foi pro fundo da rede. Aos 33 min. Entrou Rafinha no lugar de Cícero. Rafinha está no São Paulo desde os doze anos, mas essa é a primeira vez que é relacionado e entra em campo. Com o placar mais do que liquidado, o que restava era esperar o apito final, e comemorar um futebol apresentado com muitas chances de gols, e sem problemas apresentados.

Destaque positivo
Apesar do adversário não criar parâmetros, o futebol apresentado foi muito bom; O placar elástico foi fruto do futebol e do adversário em questão.

Destaque negativo
O individualismo em alguns lances. A impressão era que os jogadores queriam fazer o gol a todo custo.

Dos estreantes
Edson Silva: Por mais que o adversário não tenha sido parâmetro, mostrou segurança, e ainda fez um dos gols;
Cortês: Foi bem acionado durante a partida, mas pecou em cruzamentos;
Maicon: Entrou no segundo tempo, esteve algumas vezes com a bola, mas pouco vez;
Rafinha: Nunca tinha ouvido falar! Entrou no lugar de Cícero, mas teve pouco tempo pra mostrar algo. Parece (parece) ser habilidoso.

                                                                                    Rafael B. Malagodi

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