14 de novembro de 2013

São Paulo 2 x 0 Flamengo (34ª rodada BR-13, por globoesporte.com)



Assisti apenas ao segundo tempo da partida (o que parece ter sido o que aconteceu de melhor), por tanto, análise retirada do site globoesporte.com.

Chuveirinho acionado
Quando a partida começou para valer, após a troca de passes com objetivo de protesto, não durou muito. Antes do terceiro minuto, o sistema de irrigação do estádio foi ligado automaticamente, molhou o banco de reservas do Flamengo e paralisou as ações por cerca de cinco minutos. Já com tudo normalizado, o São Paulo demonstrou mais vontade e tentou pressionar o Fla no campo de ataque. Ademílson e Luis Fabiano corriam muito de um lado para outro, dificultavam a saída de bola rubro-negra, mas o meio-campo muito povoado em um gramado com dimensões reduzidas favorecia o sistema defensivo dos cariocas. Se tabelas curtas eram complicadas, a solução era apelar para lançamentos. E foi assim que Douglas desperdiçou boa oportunidade ao dominar mal na frente de Paulo Victor. Apesar de mandar para campo a escalação que deve começar a final da Copa do Brasil, contra o Atlético-PR, daqui a uma semana, o Flamengo não demonstrava força ofensiva. Mesmo com o São Paulo no ataque, o time não conseguiu encaixar contragolpes, e Paulinho, destaque na competição em mata-mata, esteve sumido. Já nos minutos finais, Hernane serviu Léo Moura em uma boa triangulação, mas o lateral chutou para fora. Foi a melhor chance rubro-negra em um primeiro tempo morno e com apenas quatro finalizações (duas para cada lado) em Itu.


Sai zica! Rogério marca de pênalti e tricolor vence em Itú.
Ceni volta a marcar de pênalti
Na volta do intervalo, o São Paulo seguiu com mais vontade e aproveitou um Flamengo sonolento para abrir o placar. Logo no minuto inicial, André Santos evitou chance clara de Ganso. Dois minutos depois, porém, não teve jeito. Elias derrubou Luis Fabiano na área: pênalti, que Rogério Ceni cobrou para colocar um ponto final em qualquer trauma. A esta altura, Ceni era o jogador com mais finalizações em campo: três em quatro do São Paulo. A quinta, por sua vez, foi de um atacante. E foi certeira. André Santos tentou passe de calcanhar no meio-campo, errou e deixou a bola para Ganso. O meia demonstrou visão de jogo e deixou Ademilson em boa condição para deslocar Paulo Victor e colocar o 2 a 0 no placar. Até então passivo, o Flamengo até tentou despertar e passou a correr mais. Nada, no entanto, que levasse perigo ao São Paulo. Com chutes sem direção e muitos passes errados, os cariocas não assustaram Rogério Ceni. O clima de "bom senso" dos minutos iniciais voltou a reinar, o jogo esfriou e teve início uma contagem regressiva até o apito final. Ainda faltam quatro jogos, mas paulistas e, principalmente, cariocas já deixaram claro: o foco não está mais no Brasileirão.

“São Paulo controlou bem o Flamengo no segundo tempo. Quase não foi ameaçado, e se tivesse um pouco mais de comprometimento de alguns jogadores (Wellington, por exemplo) o tricolor teria ampliado o marcador. O time tem que ser poupado na próxima rodada, pois temos uma decisão pela frente. É a chance de salvar o ano, já que o brasileiro foi salvo!”


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