Análise retirada do site globoesporte.com. Não consegui assistir o
inicio dos dois tempos.
Furacão começa com tudo
Finalista da Copa do Brasil, o Furacão recebeu o
São Paulo com um único objetivo: vencer e manter a disputa pelo título do
Campeonato Brasileiro aberta. Para estragar a festa cruzeirense por pelo menos
mais uma rodada, os paranaenses partiram para o ataque. A primeira chance
surgiu aos cinco minutos, com Éderson, mas a finalização foi ruim. Aos 12,
porém, Marcelo compensou - aproveitou cruzamento da esquerda, bateu forte, sem
deixar a bola cair, sem nenhuma chance ao arqueiro tricolor: 1 a 0 e festa na
Vila Capanema. Disposto a manter a invencibilidade são-paulina, que durava dez
partidas (contando Sul-Americana), Aloísio teve a chance de empatar logo em
seguida, mas foi fominha - poderia ter rolado para Ademilson, que estava de
frente, em vez de tentar girar sobre a marcação. Empurrado pela torcida, o
Furacão jogou mais água no chope cruzeirense aos 26. Paulo Baier cobrou
escanteio da esquerda, e Luiz Alberto aproveitou bobeada da defesa são-paulina
para aparecer entre Antônio Carlos e Paulo Miranda, desviando para o gol. A
vantagem atleticana poderia ser ainda maior antes do intervalo, mas Éderson
desperdiçou bom contra-ataque. Nada que atrapalhasse a empolgação paranaense.
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| São Paulo erra muito, e perde para vice líder do torneio. |
Artilheiro Éderson aumenta festa atleticana
A vitória parcial do Cruzeiro contra o Grêmio, em
Belo Horizonte, fez o Atlético-PR voltar para a segunda etapa com a certeza de
que não poderia vacilar e dar espaços ao São Paulo. Muricy apostou na entrada
de Osvaldo no lugar de Denilson para deixar a equipe com mais força ofensiva. O
problema é que o atacante vive longo jejum de gols: a última vez que balançou a
rede foi no dia 28 de fevereiro, ainda na fase de grupos da Libertadores. Quem
vive fase totalmente oposta e mostra intimidade com o gol é Éderson. Artilheiro
do Campeonato Brasileiro, o atacante do Furacão aproveitou um chute errado de
Marcelo aos 12 minutos para balançar a rede pela 17ª vez no torneio e fazer a
Vila Capanema aumentar o tom da festa: 3 a 0. Apesar de ter mais posse de bola
no meio de campo, o Tricolor não conseguiu levar perigo ao gol de Weverton.
Para piorar, viu a torcida atleticana ensaiar gritos de “olé” antes mesmo dos
20 minutos. Se não fosse por Rogério Ceni, o placar poderia ter sido ainda pior
para os paulistas.

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