22 de julho de 2012

Figueirense 0 x 2 São Paulo (brasileiro 2012)


Depois do resultado negativo na última rodada, o tricolor vai até Florianópolis enfrentar o Figueirense pela 11ª rodada do brasileirão.
Com o time bastante modificado, o tricolor deve enfrentar dificuldades novamente. Willian José e Ademilson farão a dupla de ataque, e lá atrás, João Felipe estará no trio de defesa, com isso o São Paulo joga no 3-5-2.

Primeiro tempo
O jogo mal havia começado, e o tricolor marcou o primeiro, aos 50 segundos, já no primeiro ataque. Ademilson marcou depois de Denílson chutar errado. Esse gol logo no inicio já faz com que o tricolor jogue com mais tranquilidade. Os minutos iniciais mostraram que o São Paulo tinha vontade diante das jogadas, uma postura que Ney Franco pediu durante a semana. Com cerca de 15 min. jogados, o gol no minuto inicial foi o único lance  real de gol, as duas equipes tinham dificuldades em chegar a área adversária, e ficavam presas ao meio campo. O tricolor fazia boa troca de passes no meio campo, mas não encontrava espaços para acertar o último passe. Metade da primeira etapa passava e o São Paulo era melhor na partida, tinha mais tranquilidade com a bola nos pés e defensivamente jogava com segurança. Denílson, que hoje era o capitão, desarmava com muita eficiência. O jogo em si não tinha muitos atrativos, tanto que os goleiros eram meros espectadores, pois a bola não chegava à eles, e ainda não tinham realizados defesas. O primeiro chute claro ao gol do São Paulo foi aos 30 min. com Willian, depois de Douglas roubar a bola e deixar o centroavante com chances, mas a bola foi pra fora. Se por um lado o tricolor não conseguia criar chances claras de gol durante o jogo, por outro, a movimentação e a postura faziam valer.
O primeiro tempo foi chegando ao final, e o São Paulo mostrou tranquilidade até o momento, não dando chances para o Figueirense. O gol relâmpago pode ter contribuído para o tricolor jogar dessa maneira.

Ademilson vibra com seu 1º gol como profissional. Willian também marca.

Segundo tempo
A segunda etapa começou com um panorama um pouco diferente, com o Figueirense apertando equipe tricolor, e adiantando a marcação. A primeira oportunidade foi com 2 min. mas Denis pegou. Os primeiros 5 min. o São Paulo não conseguiu sair do seu campo de defesa. Com 10 min. o tricolor equilibrou a partida e já conseguia chegar com mais facilidade ao ataque. Ademilson saiu contundido, em seu lugar Rafinha entra. Aos 13 min. quase que o Figueira empata, mas João Felipe salvou em cima da linha. Aos 16 min. nova alteração no tricolor, e novamente por contusão, Maicon deu lugar a João Schmidt. O tricolor apesar de ter equilibrado o jogo, não conseguia armar um contra-ataque, Rafinha perdeu ao menos duas boas oportunidades. Aos 20 min. João Felipe saiu para a vaga de Edson Silva. Com 25 min. o tricolor ficou com um jogador a mais, e isso daria mais espaço para jogar, mas Jadson sozinho na armação não conseguia desenvolver bem sua função, Douglas era quem mais auxiliava o meia tricolor. Já com mais de 33 min. jogados o São Paulo não conseguia aproveitar a sua posse de bola e matar a partida, e isso passava a deixar a torcida um pouco inquieta, apesar de não sofrer sustos na defesa. O São Paulo conseguia ditar o ritmo da partida, e fazia com que o Figueirense se rendesse em campo. Aos 41 min. Willian teve a oportunidade de marcar, subiu sozinho mas cabeceou pra fora. O jogo foi chegando ao seu final e o tricolor ampliou aos 49 min. com o Willian, depois de Rafinha roubar uma bola no meio de campo e passar para o camisa 19 chutar forte da entrada da área. 2 a 0.
A vitória de hoje mostrou que o tricolor precisará de mais movimentação e disposição dentro de campo, e com isso apagar, ou diminuir, as fracas atuações das últimas rodadas que renderam até mesmo vaias e xingamentos de parte da torcida.

Destaque positivo
O domínio técnico tricolor. São Paulo soube dar o ritmo que quis a partida; Denílson desarmou com maestria no meio de campo; Trio de zaga. Apesar do adversário não ser parâmetro, os zagueiros mostraram segurança na defesa.

Destaque negativo
A falta de oportunidades de gols. O tricolor teve maior posse de bola, mas não conseguia criar oportunidades de gols. O goleiro adversário não realizou defesas.

Rafael B. Malagodi

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