7 de agosto de 2011

Avaí 1 x 2 São Paulo

Domingo, 7 de Agosto de 2011. O tricolor foi até Florianópolis encarar o Avaí, aquele que meses atrás eliminou o tricolor paulista da Copa do Brasil.
Assim como na rodada passada, Adilson Batista teve que quebrar a cabeça para montar a zaga. Rodrigo Caio improvisado anteriormente, se machucou, e com isso o treinador teve que realizar uma estreia forçada. Trata-se de João Felipe, zagueiro contratado na última sexta feira.
Era de se esperar um jogo complicado, a queipe catarinense tem costume de atrapalhar a vida dos grandes em seu estádio, e mais uma vez contanto com sua torcida no estádio. Mesmo com um time nervoso no início do jogo, o São Paulo ia conseguindo se segurar na defesa. Os primeiros 15 minutos era pressão do Avaí, e quando o tricolor tinha a posse de bola, desperdiça com passes errados. Sem Rivaldo, poupado, Cícero era o responsável pela armação, e ainda contava com a ajuda de Carlinhos Paraíba e Wellington. A partir dos 20 minutos o tricolorconseguiu diminuir o ímpeto dos catarinenses, e começou a trocar passes em seu campo de ataque, mas passar pela defesa adversária estava complicado. Somente aos 28 min. O primeiro chute ao gol tricolor (e do jogo). Com a defesa do Avaí dificultando, era esperado que Lucas e Dagoberto fizessem jogadas individuais, mas isso não acontecia, e a dupla não criava. Mais de 38 min. jogados e nada de animador acontecia na partida. Com o fim da primeira etapa, o que podemos ver foi um jogo chato e sem atrativos. Ambas equipes não realizaram jogadas a ponto de fazer gols. 
Cícero vibra com seu primeiro gol. Tricolor vence a 6ª fora de casa
Sem alterações, o São Paulo voltou para a segunda etapa. Os primeiros cinco minutos estava muito parecido ao primeiro tempo. A partir daí o tricolor tentava se impor no jogo, mas parava na retranca do Avaí. Passados 10 min. O jogo passou a ficar mais acelerado, mas ainda com as duas equeipes pecando nas finalizações. Após bobeada da defesa tricolor, o Avaí abriu o placar aos 15 min. Com o gol sofrido o tricolor teria que se arriscar mais ao ataque, mas se precaver na defesa. O tricolor seguia na busca pelo empate, e de tanto insistir, aos 19 conseguiu. Cícero escorou de cabeça a cobrança de escanteio. 1 a 1. Cícero que estreava como titular, marcou seu primeiro gol com a camisa tricolor. Após o empate Ilsinho entrou no lugar de Jean, e o tricolor seguiu no ataque, trocando passes, e foi em um desses passes que o tricolor chegou as redes novamente. Dagoberto deu grande passe para Cícero, que cara a cara com o goleiro bateu por cobertura. A virada tricolor foi aos 23 min. Dagoberto autor dos dois passes saiu, em seu lugar entrou Fernandinho. Com o placar a favor, o tricolor passou a trocar passes e esperar pelo tempo passar. Com o domínio do jogo, o tricolor se arriscava em contra golpes. A partir dos 35 min. O São Paulo precisou ficar mais atento na defesa, pois a equipe catarinense começou a pressionar. O jogo ia chegando em seu final, e o tricolor teve mais uma grande oportunidade de matar a partida com Ilsinho, aos 46 min, mas parou no goleiro.
Com o final da partida, o São Paulo conseguiu sua 6ª vitória fora de casa em 8 partidas, mostrando que mesmo com dificuldades, sabe jogar fora de seus dominios.
 
Destaque positivo:
Cícero. Em seu primeiro jogo como titular fez dois gols; Rhodolfo, foi o xerife da zaga.
 
Destaque negativo:
Esta virando rotina, e mais uma vez Jean não foi bem. Pouco produziu na partida.
 
                                                   Rafael B. Malagodi
 

4 de agosto de 2011

São Paulo 3 x 0 Bahia


Nessa noite fria, no Morumbi, o tricolor enfrenta o Bahia, time que sempre complica, em campeonatos brasileiros.
O tricolor vem sofrendo com a falta de alguns jogadores, e no jogo de hoje, a zaga será improvisada. Sem zagueiros no plantel (B. Uvini sub-20, Xandão e Luís Eduardo lesionados) Adilson Batista improvisa Rodrigo Caio. Torcendo pra não ocorrer nada com a dupla de hoje. Pois não teria quem colocar.
O jogo começou com um detalhe perceptível apenas por quem acompanha essas “bobeiras” (rsrs). O tricolor começou o jogo no campo em que costuma jogar somente no segundo tempo. Ou seja, atacando pro lado da arquibancada laranja. Assim como a noite, os primeiros 10 min. foi frio. A forte marcação de ambas equipes prevaleceu. Mas aos 11 min. Dagoberto recebeu bom passe de Piris, e chutou a esquerda do goleiro. O lance serviu pra mexer com a torcida, que estava pequena hoje. Aos 15 min. novamente Dagoberto deu susto no goleiro. A bola passou raspando a trave. O São Paulo passou a arriscar mais e pressionar o adversário, mas pecava no último passe. Com a subida ao ataque, a defesa tinha que se preocupar com os contra-ataques. Aos 24 Jobson assustou os são paulinos, mandando a bola pra fora. Aos 27 min. Rogério Ceni bateu uma falta, mas a barreira subiu com os braços no alto, e o árbitro marcou pênalti. Claríssimo. Rogério novamente bateu e marcou. 1 a 0 tricolor paulista. O gol deu mais tranquilidade ao São Paulo, mas agora o time baiano é quem passa a atacar, então o tricolor precisará ser mais agudo nas finalizações. Com 34 min. o Bahia pediu também um pênalti, num lance em que Rodrigo Caio furou a bola, e colocou a mão na bola. No momento do lance achei sem intenção, mas no replay, pênalti. Após esse lance, o time do São Paulo passou a cadenciar mais o hoje, pra ficar com a posse de bola por maior tempo, e diminuir o ritmo dos baianos. E antes do fim do primeiro tempo, aos 44 min. Dagoberto ganhou a bola no meio campo e arrancou, e cara a cara com o goleiro fez um golaço, batendo por cobertura. 
Rógerio abriu o placar e comemora o 102º gol na carreira.
Início de segundo tempo, e o tricolor voltou sem mudanças. Apenas a atenção terá que ser redobrada. Com 5 min o tricolor ampliou o marcador. Lucas roubou a bola e arrancou em direção ao gol e marcou. 3 a 0. O gol aconteceu num momento em que o Bahia pressionava o São Paulo. O São Paulo teve sua primeira baixa aos 10 min. Piris num lance infantil levou o segundo amarelo. Aos 15 min. Ilsinho entrou no lugar do Rivaldo. O camisa 77 entrou pra dar mais velocidade no contra golpe. A defesa tricolor mesmo improvisada está conseguindo se virar. Wellington foi deslocado pra lateral direita. Mesmo sofrendo alguns sustos. Mais da metade do segundo tempo havia passado, e o tricolor paulista tinha dificuldade em trocar passes. Com um homem a mais o Bahia passou a pressionar. O grande problema tricolor estava nos passes errados. Isso acontecia pois os jogadores estavam muito distantes um dos outros, o que fez com que o São Paulo rifasse a bola. Com 32 min de jogo, o tricolor já demonstrava que estava satisfeito com o resultado, e não arriscava a todo instante, mesmo jogando em casa. Aos 34 Fernandinho entrou no lugar de Dagoberto, que saiu cansado. Os volantes do tricolor muito voluntariosos, fizeram também a sua parte, e isso facilitava pra zaga. Aos 40 Cícero entrou no lugar de Carlinhos Paraíba. O fim do jogo chegou, e mesmo o São Paulo não fazendo uma partida perfeita, soube administrar e matar a partida no tempo certo. A vitória serviu pra dar confiança ao comandante Adilson Batista, que ainda não havia ganhado no Morumbi.

Destaque positivo:

Dagoberto, foi o jogador mais participativo do jogo. Buscou o gol a todo instante. Fez 3, mas 2 estavam impedido; Rodrigo Caio. Não atuou na sua posição e se doou em campo, mesmo depois de machucado; Rhodolfo. Fez uma partida de pura raça. Si desdobrou em campo; R. Ceni, marcou mais uma vez, e quando exigido esteve seguro.

Destaque negativo:

Alguns momentos de distração da equipe. Muitas vezes quando isso aconteceu, cotou com a falta de pontaria baiana.

                                                         Rafael B. Malagodi

31 de julho de 2011

São Paulo 0 x 2 Vasco


Tarde de domingo, o tricolor enfrenta o Vasco, no Morumbi, pela 13ª rodada do Brasileirão 2011.
Adilson Batista promoveu nessa tarde a estréia do recém chegado Piris, lateral paraguaio. E para o lugar de Juan, suspenso, o escolhido foi um zagueiro, Luís Eduardo. O tricolor contava com a força de sua torcida para empurrar o time do Vasco.

O jogo começou bastante movimentado, com 6 minutos de jogo, o tricolor já havia chegado ao gol duas vezes, e pelo lado do Vasco Juninho levava perigo nas bolas paradas. O São Paulo começou a trocar passes pela lateral direito, com o estreante do dia, e estava dando resultado, após alguns passes, a bola sobrou para C. Paraíba que mandou a bomba, mas o goleiro realizou a defesa. Quem atuava pela esquerda no tricolor, era C. Paraíba e Luís Eduardo, que faziam um rodízio. Com 15 min. passados, o jogador Piris era o mais efetivo pelo tricolor. Com bons passes, o lateral chegou cara a cara com o goleiro, que fez outra boa defesa. Os volantes do tricolor faziam bem o seu papel, até o momento, não dando espaços para o armador Vascaíno trabalhar, o que dava tranquilidade aos zagueiros. Por outro lado, o time carioca arrumou sua marcação, e diminuiu as investidas tricolores. 30 min. passados, e as duas equipes ficavam presas as meio de campo, sem conseguir maiores jogadas. Com 33 min. o primeiro erro do árbitro. Um pênalti em Dagoberto. Pelas câmeras da TV, um pênalti claríssimo. Aos 38 min. a primeira substituição no tricolor. Xandão saiu machucado, em seu lugar entrou Henrique Miranda, com isso o esquema tático foi alterado, Luís Eduardo voltou para sua posição de origem, e o time fica no 4-4-2. O final da primeira etapa foi chegando, e o tricolor seguia em seu campo de ataque buscando o primeiro gol, mas não passava pela forte marcação. Para a segunda etapa, o tricolor precisará ser mais ousado, para sair vitorioso, e Lucas, que deu apenas um chute aos dois minutos, precisa aparecer mais.
É PÊNALTI, mas árbitro não vê. Tricolor inoperante tem nova derrota em casa
 Início de segundo tempo, e o São Paulo começou insistindo no ataque, mas não chutava no gol, parecia que os jogadores queriam entrar na área, pra finalizar. E aos 7 min. após um contra ataque o time vascaíno abriu o placar. O São Paulo pagou o preço por não se arriscar, agora com o placar adverso, terá necessidade de atacar.  O primeiro chute efetivo tricolor foi somente aos 14 min, mas não levou perigo. A segunda mudança no tricolor foi a entrada de Marlos no lugar do Piris. Agora Jean vai fazer a lateral direita, e somente Wellington será o volante. Com 22 min. o jogo parecia que ficaria cada vez mais difícil para o tricolor. A equipe carioca se fechou na defesa, e só atacava em contra ataques. Passados 31 min. e o tricolor continuava longe do gol. A equipe do Morumbi não incomodava o gol vascaíno, enquanto isso o time cruzmaltino seguia gostando do jogo. Com 34 Fernandinho entrou no lugar do Rivaldo, que não esteve bem. No fim do jogo, o Vasco marcou novamente. Chegou o fim do jogo, e esse segundo tempo foi de um São Paulo inoperante. Muito por conta da marcação vascaína e também por causa da inoperância de Lucas e Rivaldo. Dois jogadores que não apareceram para o jogo, o que dificultou demais o ataque. Os jogadores Fernandinho e Marlos também não conseguiram se destacar e ajudar o time.

Destaque positivo:
O primeiro tempo. Apesar de não marcar, foi o que melhor aconteceu pra o São Paulo.

Destaque negativo:
O segundo tempo; Lucas, que mais uma vez quando marcado de perto não se destacou, mostrou novamente que tem muito a amadurecer; Henrique Miranda não acertou uma jogada, não atacou e nem defendeu; Adilson Batista demorou muito pra mexer na equipe; passes errados. Muitos passes errados atrapalharam o tricolor.

                                                                    Rafael B Malagodi

28 de julho de 2011

Coritiba 3 x 4 São Paulo


O São Paulo foi até Curitiba enfrentar o Coritiba, clube que não perdeu em seus domínios. E pra buscar a vitória, Adilson Batista colocou em campo o mesmo time da rodada anterior.
O jogo mal havia começado, e o tricolor viu que não teria vida fácil. Com menos de 1 minuto de jogo levou uma bola na trave. A equipe do Coxa, por jogar em casa, seguia no ataque. Mais de 10 min. e o São Paulo não conseguia passar do meio campo. O tricolor com a posse de bola não aproveitava, e perdeu varias vezes sua posse, com lançamentos desnecessários. O Coritiba continuava em cima, mas após uma bobeada da zaga, Wellington roubou e tocou para Lucas, que passou para C. Paraíba que da entrada da área, mandou no ângulo. Um golaço. Abrindo o placar aos 18 min. O curioso é que o Carlinhos estava sendo vaiado a todo instante, pela torcida coxa branca. Após o gol, o São Paulo conseguiu ficar com a posse de bola, e diminuir o ímpeto do adversário, e aos 23 min. Rhodolfo fez o lançamento, e Juan entrou sozinho, cara a cara com o goleiro e tocou de primeira, por cobertura. 2 a 0 tricolor. Esse foi o 1º gol com a camisa tricolor. Com o placar elástico, o tricolor passou a cadenciar o jogo, mas ainda sim se cuidava na zaga. Que até aquele momento estava muito segura. Aos 30 min. o tricolor foi novamente ao ataque e fez o seu terceiro golaço. Desta vez Dagoberto. O golaço aconteceu após bela troca de passes entre Rivaldo, Lucas, Dagol, Lucas, Dagol, Wellington, Dagol e caixa! Um golaço coletivo. Após passar sufoco no início, as investidas tricolores eram todas fatais. Muito se deu aos volantes Denílson e Wellington. Esse primeiro não perdia uma dividida. O primeiro tempo se encaminhava para o fim, quando o tricolor passou a ficar com um homem a mais. Nessa primeira etapa, mesmo pressionado no início, se impôs em campo e conseguiu abrir 3 a 0.
De virar a cabeça. Tricolor marca 4 golaços, mas levou susto no final
A segunda etapa começou e o São Paulo voltou com uma alteração. Juan, que já tinha cartão, deu lugar a Cícero. Sem dúvida o coxa viria pra cima do tricolor, então o São Paulo tentaria manter a posse de bola, mantendo o mesmo ritmo do primeiro tempo. O tricolor passou a espera o Coritiba em seu campo, e tentava surpreender em contra ataques, e assim como no início da partida, o Coritiba pressionava, e o São Paulo defendia. Após um erro na saída, a bola parou nos pés de Lucas, que de fora da área bateu por cobertura, marcando o 4º golaço do tricolor na partida, e abrindo 4 a 0, fora de casa. A goleada já estava escrita, então o São Paulo se posicionava pra não tomar gols, e ainda atacava, mas não com tanta eficiência como antes. Aos 14 min. Rivaldo deu lugar a Marlos. O camisa 10 saiu aplaudido. O tricolor dominava a partida, e não sofria pressão, mas após uma cobrança de escanteio, O Coritiba descontou. Mesmo com o gol sofrido, o tricolor continuou dominando o jogo, e chegava ao ataque, mas seus atacantes pareciam cansados. Aos 30 min. a primeira bobeada da zaga tricolor (Xandão), o Coxa descontou mais uma vez. Agora 4 a 2 tricolor. Após 35 minutos, o Coritiba voltou a pressionar, e queria a todo custo o gol, muito disso por conta do time recuado tricolor. E o que até então parecia difícil, aconteceu. O Coxa marcou pela terceira vez., faltando 3 minutos pro fim. Aos 46 Denílson foi expulso. Mas o São Paulo conseguiu se segurar a te o fim. O São Paulo que abriu 4 a 0 no jogo, sofreu no final com os gols tomados. Talvez um pouco mais de atenção e menos comodismo, as coisas seriam diferentes.

Destaque Positivo:
O time todo foi bem, mas a dupla de volantes Denílson e Wellington estiveram ótimos a frente da zaga; Juan, após receber criticas, conseguiu fazer uma boa partida e gol, em apenas um tempo; C. Paraíba não se abalou com as vaias adversárias e marcou um golaço. Na defesa foi muito bem.

Destaque Negativo:
Jean. Errou tudo o que tentou. O terceiro gol foi nas suas costas. Destoou dos demais. No ataque, desperdiçou ao menos dois ataques.

                                                                        Rafael B. Malagodi

24 de julho de 2011

São Paulo 2 x 2 Atlético/GO


Análise retirada do site globoesporte.com (por Marcelo Prado)

A etapa inicial foi de poucas emoções no Morumbi. O São Paulo mudou o técnico, mas manteve o padrão tático, com três homens de marcação no meio-campo, um armador e dois velocistas no ataque - o setor, porém, seguia sem uma referência na área. Do outro lado, um desesperado Atlético-GO, que tentou montar um ferrolho com cinco homens no meio-campo e apenas um homem à frente. A estratégia era marcar forte para tentar surpreender no contra-ataque. O gramado do Morumbi, então, tornou-se um tabuleiro de xadrez. E teve sua primeira peça mexida aos oito minutos, quando Rhodolfo, de cabeça, fez 1 a 0, após cobrança de falta de Dagoberto. No entanto, nada mudou. Mesmo em desvantagem, o Dragão seguiu recuado. Isso significa que, em determinados lances, até 18 jogadores ocupavam a mesma faixa de campo. Com os espaços escassos, o São Paulo passou a ter muita dificuldade para criar. Rivaldo era muito bem marcado por Rômulo. Lucas, por onde fosse, tinha a companhia de Agenor. Bida, o terceiro volante, era responsável por pegar o elemento surpresa que vinha de trás. Jean e Juan até se apresentavam para o apoio, mas a falta de uma referência na área não permitia criação de jogadas pelas pontas. Pelo meio, a equipe forçava as tabelas, mas errava muitos passes. Duas chances foram criadas, mas Dagoberto finalizou ambas de maneira incorreta. Com pouquíssima força ofensiva, o Atlético-GO só poderia chegar ao gol adversário em uma bobeada da defesa são-paulina, que foi o que ocorreu aos 44. Após cobrança de falta rápida pelo meio, Bida surgiu nas costas de Xandão e bateu no alto, sem chance de defesa para Rogério Ceni: 1 a 1. E vaias surgiram no Morumbi no apito de Alício Pena Júnior para o intervalo.
Jogadores comemoram gol. Faltou mais pontaria para sair vitorioso
As duas equipes voltaram com as mesmas formações para o segundo tempo. E o que faltou ao São Paulo nos primeiros 45 minutos apareceu aos oito, quando saiu o segundo gol. Dagoberto recebeu de Juan pela esquerda e cruzou na cabeça de Rivaldo que, como se fosse um autêntico centroavante, surgiu nas costas de Gilson, e testou no canto esquerdo de Márcio - 2 a 1 e festa para o veterano de 39 anos. Ao contrário do que ocorreu na primeira etapa, o gol fez muito bem ao Tricolor, que tomou conta da partida e passou a criar seguidas chances para aumentar sua vantagem. Wellington, em chute pela direita, exigiu boa defesa de Márcio. Rivaldo, após passe perfeito de Lucas, ficou cara a cara com o goleiro rival, mas chutou por cima do gol. Satisfeito, Adilson Batista fez sua primeira alteração aos 22, quando sacou o estreante Denilson, que teve boa atuação, para colocar o também volante Rodrigo Caio. Dois minutos depois, no entanto, o domínio tricolor transformou-se em preocupação, quando Anselmo, após cruzamento de Rafael Cruz, aproveitou novo vacilo da zaga são-paulina e deixou tudo igual no marcador. Imediatamente, o treinador tricolor resolveu apostar novamente no banco, sacando um volante (Carlinhos Paraíba) para colocar mais um homem de frente (Fernandinho). Em seu primeiro lance de perigo, o atacante deixou Juan na cara do gol, mas o camisa 6 falhou na finalização. Os 15 minutos finais foram dramáticos. O São Paulo, mesmo sem organização, foi para cima na base do desespero. E aos 48, Fernandinho quase fez um gol de placa. O camisa 12 arrancou pelo meio, passou pelos marcadores, invadiu a área e bateu cruzado. Márcio fez grande defesa e garantiu o precioso ponto para o Atlético-GO.

Bom, em minha opinião o São Paulo perdeu os pontos em casa por sua própria culpa, pois o número de gols perdidos e o individualismo e preciosismo por jogadores foram absurdo. Ficou claro que u pouco mais de humildade e simplicidade, o tricolor teria goleado.