10 de julho de 2011

São Paulo 2 x 1 Cruzeiro (Por Marcelo Prado e Marcos Guerra globoesporte.com)


Análise retirada do site globoesporte.com, realizada por Marcelo Prado e Marcos Guerra

Os times entraram em campo com a mesma postura: três volantes e uma peça de criação no meio-campo. No São Paulo, com a mudança no comando da comissão técnica, Rivaldo figurou como titular, para alegria da torcida presente no Morumbi. Milton Cruz sacou Fernandinho e adiantou Marlos para o ataque, para atuar ao lado de Dagoberto. Além da igualdade tática, quando a bola rolou, São Paulo e Cruzeiro iniciaram jogando da mesma maneira: forçando pelo lado direito de seus ataques. Os mineiros exploravam o setor de Juan, que subia ao ataque e não tinha cobertura na defesa. Do lado tricolor, era Marlos que aproveitava as brechas deixadas pelo improvisado Everton, que é meia de origem, mas foi escalado por Joel Santana como lateral. Percebendo o problema que havia na defesa, Milton Cruz pediu a Rodrigo Souto para que atuasse mais pela esquerda para ajudar Juan. Isso não só fez diminuir a brecha para os mineiros atacarem, como fez o São Paulo passar a ter o controle da partida. Rivaldo, quando estava com a bola nos pés, fazia o time andar, principalmente porque tinha a companhia de Casemiro, as constantes movimentações de Dagoberto e Marlos na frente e o apoio de Juan pela esquerda. Aos 20 minutos, em um desses lances, saiu o gol são-paulino, com Dagoberto, após bela tabela entre Rivaldo e Marlos. Festa no Morumbi: 1 a 0.
O Cruzeiro seguiu em busca do empate, mas só tinha alguma inspiração quando Montillo pegava na bola. O problema era que o camisa 10 mineiro era vigiado por, no mínimo, dois jogadores. No mais, Thiago Ribeiro até buscava o jogo, mas faltava qualidade no passe. E os volantes Marquinhos Paraná e Fabrício, diferentemente dos do São Paulo, pouco chegavam ao ataque. O destaque negativo no frio Morumbi foi o juiz Marcelo de Lima Henrique. Aos 26, ele exagerou ao dar cartão para Dagoberto, que fez falta normal em Montillo. Pior, advertiu o camisa 10 do Cruzeiro, que nada fez. Aos 32, Juan foi atropelado por Marquinhos Paraná em contra-ataque, e o cruzeirense não foi advertido. Para completar, aos 38, ele não viu pênalti claro de Vítor em Dagoberto, que só não marcou porque teve sua camisa puxada dentro da área. 
Rivaldo comemora o gol. Camisa 10 deu passe pro segundo tricolor

Os dois times voltaram do intervalo sem alterações. E o São Paulo, em seu primeiro ataque, aumentou a vantagem. Novamente, a inspiração saiu dos pés de Rivaldo, que se livrou da marcação pelo meio e deu assistência perfeita para Marlos, que não perdoou: 2 a 0. Irritado, Joel Santana resolveu mexer na equipe, sacando Vítor e colocando Roger para ajudar Montillo na armação. No entanto, a tentativa não surtiu o efeito desejado.  Melhor em campo, o São Paulo mudou sua postura, recuando a marcação para tentar matar o jogo no contra-ataque. Juan, em chute cruzado, quase fez o terceiro. Os mineiros ganharam terreno, mas seguiram sem levar perigo ao gol defendido por Rogério Ceni. Foi então que o treinador cruzeirense fez sua segunda alteração, tirando Thiago Ribeiro para colocar Ortigoza. Em seu primeiro ataque, o paraguaio avançou pela direita e cruzou para Wallyson, que, cara a cara com Rogério Ceni, marcou o seu primeiro gol no Campeonato Brasileiro: 2 a 1. Foi a vez de o interino Milton Cruz agir, sacando Dagoberto, que sentiu o tornozelo, para colocar Fernandinho. Joel Santana partiu para sua última cartada, com Brandão na vaga de Wallyson. Para dar mais pegada ao meio-campo, o técnico tricolor na sequência colocou Zé Vitor no lugar de Casemiro. O Cruzeiro tentou de tudo, mas o São Paulo conseguiu segurar a pressão. Já nos acréscimos, até para ser ovacionado pela torcida, Milton Cruz sacou Rivaldo e colocou Dener, mais um das categorias de base de Cotia.  Depois, foi só esperar o tempo passar e comemorar a justa vitória, que afasta pelo menos momentaneamente a nuvem negra que havia se instalado no Morumbi.

O que era óbvio para todos nós aconteceu, Rivaldo como titular. E participando ativamente nos gols. É fácil entender, não é Carpegiane?!?!?!

7 de julho de 2011

Caiu, ufa!

Enfim o FRAQUÍSSIMO técnico caiu.
Agora falta uma corja de jogadores e diretores.
Dorival Júnior ou Paulo Autuori seriam bons nomes...

                                  Rafael B. Malagodi

Flamengo 1 x 0 São Paulo


Na noite desse 06 de julho, o São Paulo foi até o RJ enfrentar o Flamengo. Após dois revés seguidos, o tricolor tentava arrancar pontos dos cariocas.
O tricolor foi a campo com um reforço na defesa, a volta de Rhodolfo, que fará dupla com Xandão.
O Jogo começou bastante movimentado, e o São Paulo trocava bem os passes, inclusive em seu campo de ataque. Outro aspecto visível foi a forte marcação, o que obrigava o Flamengo a recuar a bola a defesa constantemente. Aos 11 min. o tricolor quase chegou ao gol, mas Felipe salvou. A partir dos 20 min. o jogo ficou mais aberto, e as duas equipes chegavam com mais perigo. Após um rápido contra ataque, Fernandinho, o fominha, chutou uma bola pra fora e não passou a bola para Dagoberto, estava LIVRE na área. Aos 28 min. o tricolor ficou trocando passes na defesa e por duas vezes perdeu a bola e passou por apuros. Após pressionar no início, foi a vez do tricolor sofrer a pressão. O grande problema do tricolor era o setor direito, aonde o Flamengo mais chegava. O São Paulo não conseguia se encontrar em campo, e o FLA se aproveitava dessa situação, e graças a má finalização do adversário, não esteve atrás do placar. Nos minutos finais do primeiro tempo o tricolor igualou a partida, mas as duas equipes não saíram do zero.
NO JOGO DE HOJE O SÃO PAULO APENAS ASSISTIU.
 Início de segunda etapa sem alterações. O Flamengo começou melhor, e levava perigo nas bolas paradas, e após um contra ataque rubro negro, os tricolores agradeceram ao árbitro por não marcar um pênalti claro em R. Gaúcho. Mia de 10 min. e o São Paulo não havia chegado com perigo, apenas tentava se defender, e quando tentava sair errava muitos passes.  Aos 11, R. Souto salvou uma bola em cima da linha, após nova bola parada. Em seguida Rivaldo entrou no lugar de Fernandinho. Com o tricolor ainda errando passes, e apenas um atacante, as coisas começaram a se complicar, e o São Paulo não conseguia ficar com a bola, perdendo todas para o Flamengo. Rivaldo teve uma boa chance aos 24 min. após matar no peito e chutar, mas Felipe pegou. Esse havia sido o lance mais perigoso do tricolor. Na sequência o Flamengo abriu o placar aos 26 min. Isso foi apenas questão de tempo, pois a equipe rubro negra pressionou o tempo todo. Henrique entrou no lugar de Wellington, numa tentativa de atacar, mas nada acontecia. Uma nova oportunidade tricolor aconteceu aos 41, em bola parada do apagadíssimo Dagoberto.
O fim do jogo foi chegando, e o placar premiava o time que mais procurou o gol. O excesso de individualismo no primeiro tempo, talvez tenha atrapalhado o São Paulo a sair ao menos com um gol.
Essa foi a terceira derrota seguida e o terceiro jogo sem gol.

Destaque Positivo:
Rogério Ceni fez boa s defesas, evitando um placar maior; R. Souto; Rhodolfo; C. Paraíba. Foram um pouco acima dos demais.

Destaque Negativo:
Dagoberto apagado; Fernandinho, Fraco de mais, ruim. Jean, não acerta um cruzamento e perdeu quase todas do seu lado; e claro, o nosso FRAQUÍSSIMO técnico.

Obs: Clássico com estádio vazio!!! Isso continuará enquanto os jogos começarem tarde.

                                                                Rafael B. Malagodi

2 de julho de 2011

Nova contratação.

Foi contratado na manhã deste sábado o meia Cícero (2 anos de contrato), que estava na Alemanha, no Wolsfburg.
Confesso que não me recordo 100% desse jogador, mas me lembro de alguns lances e gols pelo Fluminense. Não é ruim de  bola. Se vai resolver o nosso problema, só o tempo dirá, mas na mão do FRAQUÍSSIMO técnico tricolor, dificilmente ele atuará na posição de origem, então, aguardaremos cenas dos próximos capítulos.
Vou torcer para que seja um bom reforço.

                                          Rafael B. Malagodi

30 de junho de 2011

São Paulo 0 x 2 Botafogo (outro vexame)

São Paulo x Botafogo pela 7ª rodada do Brasileirão 2011, e o tricolor, buscando nessa noite recolher todos os cacos, e consertar o estrago que ocorreu na última rodada, diante de seu arqui-rival.
Pra esse jogo, o tricolor vem novamente diferente, Dagoberto foi dispensado dessa partida, por conta do nascimento do seu filho, por isso, o Pardal Carpegiane escalou Willian José e Ilsinho, no lugar de Wellington (suspenso).
O jogo começou bastante movimentado, e com menos de 3 min. cada equipe teve uma oportunidade de gol. O Botafogo deixou claro que veio em busca da vitória, e que o São Paulo teria que tomar cuidado com o alvinegro. E realmente era o que acontecia, pois o Botafogo freqüentava o campo de defesa tricolor com bastante frequência. Mais de 15 min. se passaram, e as jogadas mais agudas não aconteciam mais, as duas equipes passaram a se estudar mais, e com isso não arriscavam com tanta ênfase. Um detalhe que deve ser apontado é Fernandinho. Incrível como se esconde nas partidas...mais de 20 minutos de jogo e ele não faz nada pra mudar seu panorama na partida. A equipe tricolor não conseguia criar uma jogada pelo seu meio de campo, as vezes que a bola foi ao ataque, muitas vezes eram em chutões. O jogo passou a ficar chato. Nada acontecia. Os dois times erravam muitos passes, o que deixava o jogo sem atrativos. O time tricolor parecia não ter atacante. Até o momento (35 min.) Willian José e Fernandinho não haviam entrado em campo. Aos 36 min Jean tentou sair sozinho, perdeu a bola, e de fora da área o Botafogo abriu o placar. Com outra falha do Mito. O fim do primeiro tempo chegou, e o que se via era um São Paulo apático, e com jogadores individualistas e sem vontade alguma.
ROGÉRIO FALHA, E TRICOLOR PERDE A SEGUNDA CONSECUTIVA
Por incrível que pareça, o nosso FRAQUÍSSIMO técnico voltou com a mesma equipe pra segunda etapa. Não é à toa que parte da torcida chama-o de burro.
Com apenas 6 min. as coisas pioraram para o tricolor. A equipe Alvinegra ampliou de pênalti (claro). Se antes estava difícil de ver um empate, agora ficou pior. O tricolor precisará mudar muito para melhorar na partida. O FRAQUÍSSIMO técnico colocou Rivaldo e Henrique, nos lugares de Ilsinho e Fernandinho.
A minha pergunta é: - Por que esse inútil não fez isso no intervalo???? Outro encosto na equipe é W. José. Mais de 15 min do segundo tempo, e o “centroavante” nada vez (por sinal, desde que chegou ao tricolor). O meio campo Rivaldo, que foi solicitado pela torcida, até o momento só havia dado passes de lado. A equipe do Botafogo se fechou muito bem em sua intermediária, e com isso, o São Paulo não conseguia furar a defesa. 30 min. do segundo tempo, e nada acontece no São Paulo, até escanteios eram desperdiçados. O jogo de hoje, não é nada de mais do que já vem acontecendo com o São Paulo no campeonato, porém nas outras partidas, tivemos sorte e um goleiro inspirado, mas o futebol continua fraquinho. No São Paulo, Marlos foi o jogador que mais buscava as jogadas, mas o excesso de individualismo e a forte marcação atrapalhavam o meia. A partir dos 35 min. o Botafogo passou a jogar apenas no contra ataque. Somente nos minutos finais o tricolor passou a chutar mais no gol, mas todas as vezes não tiveram perigo.
O fim do jogo chegou, e com isso o tricolor chegou a sua segunda derrota consecutiva, e 7 gols sofridos, e também serviu para mostrar o quanto o time do São Paulo ESTÁ limitado e dependente do Lucas.

Destaque positivo:
Hoje ninguém merecia, porém, Marlos foi o jogador que mais buscou o jogo; Xandão esteve bem.

Destaque negativo:
Esse é fácil. O FRAQUÍSSIMO técnico. Como é ruim esse cara; Fernandinho PÉÉÉÉÉÉSSSSSSSIIIIIIIMO!!!; Willian José PÉÉÉÉÉÉSSSSSSSIIIIIIIMO!!!

                                                                      Rafael B Malagodi

26 de junho de 2011

Vergonha!!!

Vergonhoso! Essa foi minha análise do jogo.
Hora mais cedo, hora mais tarde isso aconteceria, afinal, o Tricolor apesar dos "100%", não estava merecendo esses resultados. Um timinho sem vontade, e hoje foi assim também, mas desta vez tivemos um time de qualidade pela frente.
Agora, não adianta vir com discursinho de time "reserva", porque até ontem, era o time que estava renovando, e tal!
Queria muito que o Fernandinho pudesse ler isso...porque esse cara é ruim!!! Puta que pariu!!!!

Carpegiane...tá na hora, hein, você não acha???

                                                                 Rafael B. Malagodi

19 de junho de 2011

Ceará 0 x 2 São Paulo (brasileiro, 2011)


O primeiro tempo não consegui assistir por completo, portanto segue análise retirada do site ESPN.com.br
Na segunda etapa realizei análise normalmente.

Rogério "voa" pra defender o pênalti cearense. Goleiro teve excelente atuação hoje.
O Ceará iniciou a partida com tudo, não deixando o São Paulo respirar. Os lances, porém, não chegaram a dar muito trabalho para Rogério Ceni. A primeira chegada com real perigo para o goleiro tricolor foi com Osvaldo, aos 13 minutos. Ele recebeu de Thiago Humberto e bateu cruzado para boa defesa do arqueiro.
Aos 19, os visitantes quase surpreenderam. Sem aparecer muito, Lucas cruzou para cabeçada de Casemiro, que parou em bela defesa de Fernando Henrique. Na sequência, Osvaldo puxou contra-ataque e foi derrubado por Xandão dentro da área. Pênalti, que o próprio atacante bateu e, mais uma vez, parou em bela defesa de Rogério. Depois do lance, o ritmo da partida diminuiu. O Ceará passou a arriscar da entrada área e não manteve a mesma pegada na marcação. Assim, inflamados pela boa partida de Rogério, os garotos são-paulinos começaram a mostrar futebol. E não precisaram de muito para abrir o placar.
Em jogada trabalhada desde o meio-campo, Wellington achou Marlos na esquerda. O atacante ganhou no corpo do zagueiro, girou, limpou para o pé esquerdo e bateu rasteiro, sem chances para Fernando Henrique, fazendo 1 a 0 aos 34 do primeiro tempo. Com a vantagem, os visitantes seguiram no mesmo ritmo, cozinhando o duelo até o intervalo.
A segunda etapa começou com a mesma equipe no tricolor. Com o Placar adverso, o Ceará veio pra cima, mas como o tricolor era mais time conseguiu se segurar. Aos 3 min. a defesa são paulina mais uma vez evitou o gol adversário, após forte pressão dentro da área. Com 5 min. Carpegiane fez sua primeira burrice na partida ao colocar Bruno Uvini no lugar de Marlos, que estava bem na partida. Com isso, a tendência era a equipe cearense vir pra cima do tricolor, e foi o que aconteceu. Com dez minutos do jogo já era claro ver que a bola ficava apenas no pé do Ceará, e o São Paulo dando chutões para o ataque. Em quanto isso, Rogério defendia tudo que era possível lá atrás. Por vezes fez ótimas defesas. A partir dos 20 min. o tricolor conseguiu jogar de igual pra igual, o que obrigava os cearenses a ficar também mais recuados, mas ainda sim não conseguia criar jogadas ofensivas, então o jeito foi a jogada individual. Lucas, que estava sumido até então, aproveitou a sobra de Henrique, tirou do zagueiro e do goleiro e empurrou pro fundo da rede, aos 22 min, 2 a 0. Após o gol, o domínio passou a se4r tricolor, com direito a bola na trave de Jean. Aos 29 min. Rogério Ceni fez outra defesa espetacular. O goleiro artilheiro até o momento havia feito pelo menos 5 defesas difíceis.
Por alguns instantes os jogadores tricolor parecia menosprezar os cearenses com toques de bola desnecessários. A partir dos 37 minutos o Ceará que não tinha mias nada a perder, passou a frequentar o ataque novamente, mas a defesa tricolor continuava bem postada. Faltando 5 min, por fim, Rivaldo entrou no lugar de Henrique apenas pra cadenciar o jogo.
O fim do jogo chegou e o tricolor segue 100% no campeonato, muito graças ao mito Rogério Ceni, que fez uma partida espetacular, onde até pênalti foi defendido.

Destaque positivo:
Sem dúvida Rogério Ceni. Uma partida impecável; Luís Eduardo que vem se firmando na defesa; Marlos.

Destaque negativo:
CARPEGIANE. Fez uma péssima substituição no início da segunda etapa. O tricolor só foi salvo graças ao goleiro.

                                                                            Rafael B. Malagodi