7 de setembro de 2011

Jogo 1.000 do ROGÉRIO CENI (São Paulo 2 x 1 Atlético/MG)


Dessa vez não postarei análise do jogo, vou contar mais ou menos o que senti nessa tarde, podendo ver tudo ao vivo.

No dia em que o MITO Rogério Ceni completaria 21 anos de São Paulo Futebol Clube, completou também a incrível marca de 1.000 jogos com o nosso manto.
E eu estive lá, pra ver a festa que nossa torcida fez. Show de bola!!! O futebol apresentado pelo São Paulo não foi dos mais empolgantes, apesar de fazer o primeiro gol com 25’’ de jogo. Além dos pontos que precisávamos conquistar, o motivo maior dos mais de 60 mil pagantes hoje, foi ver o nosso eterno capitão. Nem mesmo o gol de empate do Atlético/MG fez com que a festa não continuasse. A cada toque na bola do 01, aplausos e mais aplausos eram deferidos. Pena que não teve um faltinha perto da área pra ele ir até lá, cobrar. Mas tá valendo. No início do segundo tempo, o Dagoberto acertou um lindo chute e vencemos a partida por 2 a 1.
Festa! Mito beija o seu "coração de cinco pontas".
Assim que subiu a placa de acréscimos, alguns poucos torcedores começaram a ir embora...coitados. Perderam a festa de fogos, gritos, comemorações, entre outras coisas, assim que o árbitro apitou o fim. Show de bola!!! Espero daqui alguns bons anos, poder contar p/ meus netos, que eu tive o prazer de ver ROGÉRIO CENI. Não é à toa que falamos “não vi Pelé, mais vi Rogério”.
Lembrem-se, “Todos tem goleiro, só nós temos Rogério”.

Obrigado M1to

                                                              Rafael B. Malagodi

União Perfeita, 4 anos


Hoje o nosso grupo de samba, futebol e cerveja, completou 4 anos de existência. Parabéns à todos os integrantes e aliados. 

3 de setembro de 2011

Figueirense 1 x 2 São Paulo


Enfim, após alguns jogos sem fazer análise, estou aqui “tra veiz”. 

Nesse sábado o tricolor enfrenta o Figueirense em SC. O time tricolor que não vence há cinco jogos no brasileiro, não terá vida fácil, apesar de não querer que isso aconteça (óbvio), acho difícil vencer hoje, ainda mais com o número de desfalques, doze. O banco de reserva está com um jogador a menos. Mas vamos em frente.

Primeiro tempo
O jogo começou com o tricolor trocando muitos passes, fazendo a bola girar todo o campo. A equipe paulista começou buscando o ataque, e não esperava pra ser atacado. Mas as investidas não surtiam efeito. Com 10 min. o tricolor quase sofre o gol, e isso fez o Figueirense ter o domínio, e o São Paulo que iniciou trocando bons passes, começou a errar nesse fundamento. Aos 17 min. após um erro infantil, cruzar a bola pelo meio, o figueira acertou a bola na trave, e no rebote Xandão salvou. O tricolor não chegava ao ataque, e mais da metade da 1ª etapa já havia passado... A defesa tricolor passou a causar problemas de posicionamento, e assustava a torcida tricolor que compareceu em bom número. Para vencer o jogo, o São Paulo precisará mudar sua postura na partida e agredir mais. Um bom contra ataque poderia contribuir. A dupla de ataque não conseguia segurar uma bola sequer, e todas que iam, voltavam. O jogo se encaminhava para o final quando aos 42 min, em bola parada o São Paulo abriu o placar com Cícero. O primeiro tempo que não estava muito empolgante chegou ao fim com o tricolor em vantagem.
Outra fora de casa. Cícero e Rivaldo garantem nova vitória

Segundo tempo
O tricolor voltou para a segunda etapa e terá 45 min. para tentar sair com o placar a favor. Rivaldo entrou no lugar do Henrique, que não fez absolutamente nada em campo. Agora o tricolor jogará com um centroavante isolado.
Mal havia começado o jogo e o Figueirense empatou o jogo, após a defesa tricolor bater cabeça dentro da área. O gol animou os catarinenses, e isso fez com que o São Paulo ficasse na defesa por mais tempo. Quando teve a bola, desperdiçou alguns contra-ataques, ou havia preciosismo ou os passes saiam errados. Aos 14 min a jogada enfim surtiu efeito, e Casemiro deixou Rivaldo na cara do gol, e com frieza o camisa dez mandou por cima do goleiro. 2 a 1. O Curioso é que os dois gols aconteceu no momento em que o tricolor não estava bem na partida. A equipe catarinense continuava atacando, e o São Paulo se defendendo. Com metade da segunda etapa passada Adilson colocou Luís Eduardo no lugar de Henrique Miranda. Aparentemente o tricolor passava a se defender com quatro zagueiros. João Felipe jogara na direita. Mesmo com o placar a favor o tricolor não conseguia manter a posse de bola, e quando a tinha, desperdiçava com facilidade. Mais de 30 min. já haviam passado, e o São Paulo sentia  a necessidade de matar o jogo, caso contrario corria risco de sofrer novo empate. Aos 37 min. o péssimo W. José deu lugar ao estreante Bruno, 18 anos, centroavante cria da base. O São Paulo desistiu de agredir o Figueirense, e toda a bola que tinha posse, procurava sempre gastar o tempo. Mesmo passando sufoco boa parte da partida, o tricolor esteve brigador na partida. Apesar do time todo desfigurado, o fim do jogo chegou e o tricolor conseguiu sua sétima vitória como visitante, a melhor campanha dentro do Brasileirão 2011, e mesmo sofrendo nessa noite, assume a vice liderança momentaneamente.

Destaque positivo
A garra que a equipe demonstrou. Cheio de improvisos saiu com a vitória; João Felipe atuou de lateral direito e foi bem. Abusou em lances individuais, mas se garantiu quando precisou; Rivaldo. Bonito gol, mostrou frieza. Segurou bem a bola, se estivesse menos cansado teria armado mais contra ataques.

Destaque negativo
Sem dúvida alguma a dupla de ataque Henrique e Willian José. Não criaram uma jogada se quer. Todas as bolas lançadas bateram e voltaram; Xandão errou quase todos os botes que tentou. O mais atrapalhado da defesa; Henrique Miranda, esse não me convence em jogo algum.

Os. Eu faço a análise durante o jogo, e não altero os textos já escritos, por conta disso, que o texto no início mostra o que eu achava que aconteceria (ex: a derrota) durante a partida.

                                                                            Rafael B. Malagodi

2 de setembro de 2011

A banalização das camisas


Está cada vez mais feio assistir ao futebol, por conta de um acontecimento. O que estão fazendo com os uniformes?
PATROCINIO EM EXCESSO MANCHAM AS CAMISAS
 O dinheiro é uma das coisas que move o futebol, fato. Mas o que vem acontecendo ultimamente, está o transformando em puro business. Os times estão cada vez mais atolados, e para saírem da crise, se vendem para empresas (conhecidas e desconhecidas). E quem está pagando o pato são os uniformes.
Num passado recente, as camisas eram limpas ou tinha apenas um patrocínio. As demais fontes de renda, eram estampados em placas publicitárias, utilizadas nos campos de treinamento e nos estádio. Com o tempo, as empresas passaram a entender a crise futebolística, e começam a comprar (ou alugar) o que mais identifica um clube com sua torcida. O uniforme. Normalmente essas camisas tinham seus patrocinadores estampados nas costas ou então no peito. O tempo foi passando e surgiu o tal “patrocínio de manga”. Eram valores inferiores, é verdade, mais lá estavam eles. Daí em diante começa a “banalização”. Além das costas (ou peito) e mangas, essas empresas começam a investir onde tem espaço, na barriga, axilas, ombros, até dentro do número existe patrocínio, e em alguns casos, no pior lugar, nos calções. E lá estão os jogadores com patrocínio na bunda! Muitos clubes, necessitando de dinheiro, nem se preocupam com o visual e aceitam de tudo. Até número de telefone é estampado. Sem contar o verdadeiro arco Iris. É verde, azul, laranja, roxo...não importa, eles querem mesmo é $$$$ na mão. Sem contar a última “moda” (na qual meu clube participa), que são os patrocínios de apenas um jogo, o que o torna ainda mais ridículo, pois o clube “ vende ou aluga” sua camisa para uma empresa sem vínculo algum com o clube.
Na minha humilde opinião, esses contratos de publicidade poderia ser explorado de outra maneira, e não “sujando” o sagrado manto.

                                                                                Rafael B. Malagodi

1 de setembro de 2011

São Paulo 1 x 2 Fluminense (por Julyana Travaglia e Marcelo Prado)


Análise retirada do site globoesporte.com

Primeiro tempo
Os primeiros 30 minutos podem ser definidos da seguinte maneira: um passeio do Fluminense sobre o São Paulo. Abel Braga mandou sua equipe no 3-5-2, com o volante Edinho fazendo o papel da sobra e apostando tudo nas suas três peças ofensivas (Lanzini, Ciro e Fred). No São Paulo, Adilson Batista montou o meio no 4-4-2, com dois volantes, Cícero atuando de maneira mais recuada e Rivaldo com mais liberdade para municiar Lucas e Dagoberto. O Fluminense fez o que quis nos primeiros minutos. Aos seis, após toque de Fred, Marquinho só não marcou porque Rogério Ceni fez grande defesa com o pé esquerdo. Dois minutos depois, foi a vez de Lanzini ficar cara a cara com o camisa 1 são-paulino, mas Wellington foi preciso no corte e evitou o pior. No terceiro ataque, não teve jeito e Lanzini, após falha de Rhodolfo, bateu no ângulo e saiu para o abraço: 1 a 0 justíssimo no marcador. O São Paulo não esboçava reação. Suas peças não funcionavam. A lateral direita não existia porque Marquinho bloqueava Jean. Na esquerda, Juan até apoiava o ataque, mas sofria com Mariano nas suas costas. Pelo meio, Marquinho acompanhava Casemiro, Diogo grudou em Cícero e Fernando Bob cercava Rivaldo. Com isso, Lucas e Dagoberto, sozinhos, tinham três rivais pela frente (Gum, Edinho e Leandro Euzébio) e pouco faziam. O domínio carioca foi tamanho que o time paulista só deu o primeiro chute aos 24, com Casemiro. A partir dos 30, o domínio do Fluminense diminuiu porque o São Paulo resolveu se mexer em campo. Como Jean não subia pela direita, coube a João Filipe, em alguns lances, sair pela lateral. Isso, aos poucos, começou a desafogar o time. Rivaldo passou a ser referência no ataque e Dagoberto recuou. Aos 36, na primeira grande jogada, Dagoberto exigiu grande defesa de Diego Cavalieri. No minuto seguinte, Casemiro perdeu uma chance incrível. Antes do intervalo, o juiz Elmo Alves Resende errou ao não expulsar Juan, que deu um tapa na cara em Fred, que injustamente recebeu o cartão amarelo.
Pulga atrás da orelha. Tricolor perde novamente em casa.

Segundo tempo
Tentando arrumar o time, Adilson Batista mexeu no intervalo, sacando o apagadíssimo Rivaldo e colocando Willian José, que teve sua primeira chance após voltar do mundial sub-20 com a Seleção Brasileira. O time começou mais ligado e Lucas, aos sete, assustou em chute de fora da área. Logo depois, Jean, em jogada individual, quase empatou. Percebendo o crescimento do São Paulo, Abel Braga agiu rapidamente. Primeiro, sacou o volante Fernando Bob para colocar o zagueiro Digão. O time passou a contar com três beques de ofício na defesa, para conter o jogo aéreo com Willian José, e Edinho foi para o meio-campo. Logo depois, Rafael Sobis entrou na vaga de Ciro para aproveitar os buracos que passaram a ser deixados pelo São Paulo na defesa. E foi justamente gaúcho que, após contra-ataque iniciado por Fred, fez 2 a 0. O jogo estava decidido? Não. Aos 27, o juiz Elmo Alves Resende resolveu dar emoção ao jogo ao marcar pênalti inexistente de Leandro Euzébio em Dagoberto, que se jogou na área. Rogério Ceni bateu no meio do gol e diminuiu a desvantagem paulista. Adilson então partiu para suas duas últimas cartadas, com Cañete e Marlos nas vagas de Casemiro e Dagoberto. Só que tudo ficou ainda mais difícil quando Jean, aos 36, foi expulso corretamente após fazer falta em Souza. Fred ainda exigiu boa defesa de Rogério Ceni e depois o Flu soube controlar a posse de bola para garantir a justa vitória. Do lado são-paulino, sobrou para o técnico Adilson Batista, que teve de escutar o coro: - Burro, burro, burro, burro...


Não assisti ao jogo, por estar na  faculdade, apenas ouvi parte do segundo tempo, e o finalzinho do jogo, mas imagino que foi mais um daqueles jogos em que o SPFC não entra em campo. Tem muito são paulino iludido com alguns jogos do tricolor, e iludido também com alguns jogadores INDIVIDUALISTAS, que se preocupam apenas com gols bonitos...Temos que olhar ao jogo no geral. Passamos as primeiras rodadas dependendo do MITO, e depois sofríamos pra ganhar alguns pontinho, o nosso problema é mais complexo.
Ae J.J. tá passado da hora de rever algumas coisas, hein?!?!  (Rafael B. Malagodi)