Com esse time mais limitado em campo, o sofrimento iria surgir. Mas recorri ao meu amuleto da sorte para errar minha prévia e conseguir os 3 pontos.
Na postagem da prévia do jogo que fiz pela manhã, eu havia postado dizendo que o São Paulo provavelmente estaria com um time reserva para jogar contra os cariocas e foi mais ou menos isso que aconteceu. Ou melhor, que Crespo tentou colocar em campo. Só não foi possível porque o elenco do tricolor é limitado (em quantidade e qualidade). Com isso uma mescla de titulares, reservas e reservas dos reservas estiveram em campo.
E se na prévia meu palpite era de derrota, eu fui atrás de um "super trunfo" para que o resultado não acontecesse. Trouxe a pé quente Mariana para acompanhar a partida. O curioso é que o seu primeiro jogo aqui no mesmo Morumbi foi contra o mesmo adversário dessa tarde. E não é que ela venceu novamente...rs. Vou deixar o link caso tenha curiosidade. (A primeira vez no "molumbi")
E no frio Morumbi, o fraquíssimo Dinenno tentou esquentar o clima logo aos 6 minutos escorando um cruzamento de E. Diáz. Eu confesso que me surpreendi com o gol repentino (e nem imaginava que seria solitário). Minha filha, mal conseguiu perceber o gol e eu já estava abraçando ela e minha esposa para comemorar.
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| Só com a "pé quente" para esquentar e conseguir os três pontos. (foto: arquivo pessoal) |
O segundo tempo teve nuances que deixaram os mais de 38 mil torcedores num misto de euforia e apreensão. O time carioca melhorou, e começou a se soltar mais, causando desconforto aos tricolores. E a garoa fina que caia sobre nossas cabeças passou a deixar o torcedor mais frio também. Cheguei a temer pelo empate. Contudo, o São Paulo teve mais de uma oportunidade de liquidar a partida e nos deixar mais a vontade. Mas o acúmulo de chances desperdiçadas foi de certa forma endurecendo o torcedor. Eu principalmente, pois estava ficando farto das decisões erradas do chileno Tapia. Mas foi aos 90 minutos que a chance mais clara aconteceu. Tenho pra mim que por cerca de 10 segundos, o tempo em que Rigoni percorreu com a bola até a finalização, fez todos presentes ficarem paralisados, literalmente, na esperança do gol na reestreia do argentino. Mas caprichosamente (ou erroneamente) a bola pegou na trave e fez todos levarem as mãos a cabeça.
Nessa hora sim a Mariana estava bastante atenta, e também não acreditou no gol perdido. Luan ainda quase marcou nos acréscimos mas não conseguiu.
Para nossa sorte, a vitória pelo placar mínimo alegrou a todos presentes e eu fico satisfeito por ter errado meu palpite.
Para próxima partida, na altitude de Quito, vamos torcer para os jogadores sentirem o mínimo possível, e que possa trazer um bom resultado de lá. E se eu pudesse ir no jogo da volta, faria de tudo para levar minha torcedora pé quente e tentar juntar o meu retrospecto em libertadores com as partidas da Mariana. A energia que surgiria ali, era vitória e classificação na certa.
FORA CASARES, BELMONTE e a corja de dirigentes anti São Paulo
Destaque positivo
RAFAEL TOLÓI. Reestreando pelo tricolor, fez uma partida gigante, com direito a 8 desarmes; PABLO MAIA. Deu boa movimentação ao meio-campo e correu barbaridade; DINENNO. É horroroso, mas marcou o gol que garantiu a vitória.
Destaque negativo
TAPIA. Cansou de errar decisões em campo. Foi a razão de eu gritar uns 5 palavrões mais fortes.
Rafa Malagodi

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