23 de maio de 2024

São Paulo 2 x 0 Águia de Marabá - PA (volta 3ª fase copa do Brasil 2024, IN LOCO)


Aproveitando o adversário e momento, os reservas de Zubeldía foram a campo e tentaram aproveitar o máximo da partida para deixar boa impressão pro técnico e pra torcida.

Voltei ao morumbi. Mas quero dizer ao camarote. Novamente fui contemplando para estar presente num setor, que assim como eu disse da outra vez, é diferente... Quis vir para poder trazer minha esposa, pois da outra vez trouxe minha filha. Outra coisa que me fez tentar o ingresso foi pela comodidade num jogo bem fraquinho como esse, em que a classificação estava garantida depois do primeiro jogo.
Até mesmo por isso minha reação as jogadas e aos gols estava bastante contida. Normal, pois o setor e o tipo de jogo faz a gente ficar de um jeito ou de outro durante os 90 minutos. Não vibrei com os mais de 38 mil presentes no estádio. Estava mais de boa dessa vez, mas acompanhei bem a boa apresentação do time.
Era um olho no campo, e pós jogada, um rabixo de olho na TV para ver o replay e também ver a quantidade de gols que o time foi perdendo no primeiro tempo. André Silva parecia estar encarnado em Juan, pelos gols que o jogador foi perdendo. Curiosamente o mesmo aconteceu com o jovem da base na primeira partida, mas lá ele ainda fez dois, já o camisa 17 ficou apenas no quase.
Lucas era o diferente novamente, e bastava ter a bola nos pés que as jogadas tinham vida. Foi dele o gol que abriu o placar, de pênalti. Dava a sensação que a porteira havia sido aberta. E o gol de Erick antes do apito final do intervalo deixou ainda mais essa sensação. Mas o placar parou mesmo nos 2 a 0.

Aproveitando o adversário e 
mantendo invcencibilidade.
(foto: arquivo pessoal)
Esse é o típico jogo/adversário para se levar uma pessoa pela primeira vez ao estádio, levar um filho, sobrinho, afilhado...pois a vitória é garantida. E o mesmo pode se dizer de jogadores que são pouco utilizados. É a chance na maioria das vezes de jogar bem e ganhar nova chance na partida seguinte.
Eu diria que a maioria conseguiu fazer isso.
Voltando ao camarote, o que mais me pega nesses setores é a diferença de visão sobre o jogo que ele exerce. Algumas jogadas pareciam mortas, por conta do ângulo que vimos, mas quando se olhava na TV, parecia que eram lances de puro perigo. O costume de enxergar o jogo da arquibancada faz essa percepção aumentar. Contudo, seja de onde é que o torcedor estivesse, daria para ver o gol perdido por Galoppo dentro da pequena área. Foi pior que o gol desperdiçado por Juan na primeira partida e André hoje. Apesar disso, não da pra dizer que o camisa 8 estava mal. E para ser sincero, hoje não tinha como jogar mal contra o fraco adversário que não chutou no gol de Jandrei. Se juntarmos os 180 minutos de duelo, foram apenas 3 finalizações no gol. Sendo uma delas um gol. 
A única pessoa que não viu nenhum desses lances foi uma torcedora a minha frente, que ficou os 90 minutos mexendo em vídeos de redes sociais no celular e não olhava para o campo em momento algum. Fiquei impressionado com tal atitude. Ela tem todo o direito, mas é difícil engolir alguém que vá para um evento como esse e sequer repara o que está acontecendo a sua frente.

No fim das contas a soma dos placares de 5 a 1, mostra bastante como tricolor saiu passou sem sofrimentos pelo adversário paraense.
E para a próxima fase da competição, dificilmente um adversário ruim estará pela frente. A tendência é ser um grande clube. Ai vai caber ao clube e comissão técnica planejar o restante da competição, tendo vista que os principais torneios dos tricolores são brasileiro e libertadores.





FORA CASARES, BELMONTE e seus aliados





Destaque positivo
LUCAS. A chance dele estar no campo e não ser o melhor do jogo é mínima. Hoje não foi diferente; MOREIRA. Foi firme nas jogadas e era praticamente o responsável pelas jogadas de ataque pela direita; ERICK. Aproveitou o fraco adversário e fez boa apresentação. De quebrar marcou o seu gol.

Destaque negativo
ANDRÉ SILVA. Foi mais uma vez o destoante do time. Não foi horrível, mas foi mal.



Rafa Malagodi


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