5 de abril de 2015

Botafogo-SP 2 x 0 São Paulo (14ª rodada paulistinha 2015)

Mais um jogo cheio de erros e mais uma derrota na bagagem. São Paulo volta a jogar mal e perde, apesar de já estar classificado para as quartas de finais do paulisitnha.

Me arrisco a dizer que o São Paulo é o time mais regular de 2015! Calma, eu explico a ironia.
Pode ser quarta, pode ser domingo, o São Paulo sempre joga mal. Quer mais regularidade que isso??? Pena que isso se chama IRREGULARIDADE.
Um time sem jogadas, sem movimentação. Mais uma vez foi assim. O jogo foi retradado pelos erros. Defensivos e ofensivos. Ofensivos no primeiro tempo, que foi muito fraco, Ewandro teve a chance de mudar a história, Centúrion ainda mais, mas foi fominha, não passou, não jogou. Foi muito mal.
Esses erros foram primordiais, sem dúvida, porém foi um retrato da equipe no ano, da equipe que não sabe atacar adversários fechados, da equipe que não tem outra opção na partida. Isso é ridículo.

São Paulo perde chaces claras no 1º tempo
e sofre novamente com baixo futebol.

O segundo tempo foi a vez dos erros defensivos. O primeiro deles era jogar com dois volantes. Pra que Muricy? Não bastava você ter um lateral volante improvisado, ainda tinha que ter mais dois no meio?? Outro erro foi o seu fiel escudeiro Ganso. Vai morrer abraçado com ele. O Jogador foi o responsável por perder a bola no meio de campo no lance do primeiro gol e voltar andando.
Pra fazer aqui uma crítica, vou ilustrar um pouco: o Muricy é aquele escritor que fez sua vida inteira escrevendo numa máquina de escrever, mas que hoje já se tornou obsoleta, mas ele não quer usar o computador, pra facilitar. Prefere brigar ao modernizar-se.
Enquanto tivermos essas coisas, esses erros, não teremos sucesso.
Infelizmente, o São Paulo tem vivido das “Glórias que vem do passado”, e esqueceu seu presente.

Destaque positivo
Impossível achar algo de positivo num jogo desses.

Destaque negativo
GANSO, PATO, SOUZA. O trio Fez uma daquelas partidas ridículas; MURICY. Suas convicções já estão ultrapassadas.

Rafa Malagodi



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