Análise retirada do site
globoesporte.com.
A tarde era de festa para Rogério Ceni. E o
quarteto ofensivo resolveu presentear o goleiro com ótima partida. Não foram
poucas as tabelas envolventes, jogadas em velocidade e troca constante de
posição entre eles. Muita criatividade e poder de fogo. O Sport tentou se
fechar e explorar os contra-ataques, mas a retranca não foi suficiente para
barrar o Tricolor. O primeiro gol, logo aos 7 minutos, nasceu de linda tabela
entre Ganso e Kardec, que cruzou, a bola desviou em Rithely e entrou. Aos 25,
foi a vez de Pato receber passe de Souza na área, em ótimo contra-ataque puxado
por Kaká, e finalizar com perfeição, sem chances para Magrão. O camisa 8,
inclusive, foi o de sempre: correu, criou, organizou e comandou o time. O
Sport, amplamente dominado, só conseguiu perder grande oportunidade, com Neto
Baiano, quase na pequena área. Pato ficou com "inveja" e desperdiçou
outra ainda mais inacreditável, com o goleiro rival já no chão e o gol aberto.
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| Kardec conta com ajuda e marca. Pato ampliou. |
A segunda etapa foi praticamente uma repetição da
primeira. Os visitantes apenas observavam a ótima atuação do Tricolor, que,
além de segurar a bola no campo de ataque, neutralizava com facilidade as
poucas investidas do Leão. Mesmo perdendo por 2 a 0, a equipe quase não atacou
e pouco assustou Rogério Ceni. O São Paulo seguiu com as jogadas envolventes do
ataque. Pato e Kardec perderam boas chances, e Kaká quase aumentou a vantagem,
mas Magrão operou um milagre para impedir. Depois, o ímpeto diminuiu. O do
adversário praticamente não existiu. Resultado: fim de jogo nos 2 a 0 da etapa
inicial. Vitória (3 x 1), Palmeiras (2 x 1), Internacional (1 x 0) e
Santos (2 x 1) e agora o Sport foram as vítimas do quarteto do Tricolor. Qual
será a próxima?
“O quarteto tricolor vem cada vez mais mostrando resultado, agora resta
ao Muricy saber administrar a equipe com a volta de Luis Fabiano. Na minha
opinião, o camisa 9 poderia ser titular na SulAmericana e tentar buscar sua
vaga nesses jogos. Caso contrário, tem que ficar no banco”

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