6 de outubro de 2011

Cruzeiro 3 x 3 São Paulo (por Globoesporte.com)


Análise retirada do site globoesporte.com por Fernando Martins Y Miguel

Primeiro tempo
Mesmo com a crítica situação na tabela de classificação, sem vencer há oito jogos, a torcida do Cruzeiro resolveu apoiar a equipe desde o início da partida e, com muitos gritos, incentivou o tempo todo. No Tricolor, a novidade foi a escalação de Rivaldo como titular. O técnico Adilson Batista sacou Casemiro para dar oportunidade ao veterano meia. O jogo começou muito truncado, com forte marcação de ambos os lados. Com a corda no pescoço, próximos à zona de rebaixamento, os jogadores da equipe celeste, em determinados momentos, até exageraram, com entradas mais fortes. A torcida são-paulina, também com boa presença no estádio, provocava os cruzeirenses com gritos de “ão ão ão, segunda divisão”. Montillo, o maestro argentino, não se importou e, aos 11 minutos, tocou para Keirrison abrir o placar e dar a resposta que os torcedores celestes tanto queriam. Foi o primeiro gol do atacante com a camisa da Raposa. O gol dos donos da casa fez com que o São Paulo buscasse o ataque com mais insistência. Jean, aos 23 minutos, acertou uma bomba na trave de Fábio, que ficou batido no lance. Mais presente na frente, o time paulista cedia vários contra-ataques para a Raposa. Aos 30 minutos, a melhor chance do jogo para o São Paulo. O empate esteve nos pés de Luís Fabiano, que desperdiçou uma penalidade marcada pelo árbitro Paulo Henrique Godoy Bezerra, que entendeu que Cícero foi derrubado por Fábio. O goleiro cruzeirense defendeu a cobrança e evitou que o Fabuloso marcasse o primeiro gol nesta segunda passagem pelo time paulista. O São Paulo ainda teve mais uma grande chance de igualar o marcador, com Dagoberto, que tocou por cima de Fábio, mas Everton, muito esperto, tirou a bola quase em cima da linha. Ao fim da primeira etapa, os jogadores do Cruzeiro foram ovacionados pela torcida. Fato raro nos últimos jogos.
Comemoração no 2º gol. Pouco mais de atenção traria a vitória

Segundo tempo
O jogo ficou aberto, com as duas equipes em busca do gol a todo momento. O Cruzeiro queria o segundo para definir a partida o quanto antes e ter a tranquilidade nos minutos finais. O São Paulo buscava esfriar de vez uma possível reação cruzeirense na competição. E foi o Tricolor que conseguiu o objetivo, com Cícero, que tabelou com Luís Fabiano e tocou por baixo de Fábio, aos 14 minutos. Silêncio sepulcral no lado azul do estádio. E o caldo da Raposa entornou de vez. Cinco minutos depois, Dagoberto driblou desde a intermediária, penetrou como quis e tocou por cima de Fábio. Um golaço! A alegria do atacante contrastava com o desespero do goleiro cruzeirense, que esbravejava diante de uma defesa atônita. Mas o Cruzeiro chegou ao empate. Aos 26 minutos, Charles pegou um rebote, após cobrança de falta, e deixou tudo igual. A torcida celeste se encheu de esperança e voltou a incentivar a equipe. Mas o São Paulo voltou a ficar na frente. Aos 31 minutos, Dagoberto deu passe primoroso na cabeça de Juan, que só teve o trabalho de cabecear para as redes. Mas Anselmo Ramon empatou pouco depois, aos 34. Jogo eletrizante em Sete Lagoas. No fim, Denílson ainda foi expulso, após falta em Charles. Final: 3 a 3, em uma partida memorável.


Assisti ao jogo a partir dos 35 minutos do primeiro tempo, por tanto, consegui assistir ao segundo tempo por completo. O time esteve muito bem, buscando sempre o gol, e logo depois do empate teve um gol mal anulado do Fabuloso. Agora, o Sr. Rivaldo não aguenta um jogo inteiro. Morreu no segundo tempo. Só toca de lado, e ainda fez uma falta bizarra no segundo gol cruzeirense. Outro detalhe, o Rogério não DEVE deixar o Luís Fabiano bater pênalti. O cara não joga a 7 meses... Sem contar que ele nunca foi um exímio batedor.
Casemiro entrou faltando poucos minutos e ainda se achou no direito de dar toquinhos de calcanhar.
Em minha opinião, o título já era, não ganhamos de ninguém mais.

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