22 de setembro de 2011

São Paulo 0 x 0 SCCP


Segue análise retirada do site globoesporte.com

Primeiro tempo
O suspense em relação à presença ou não de Luis Fabiano aumentou o clima de decisão do jogo. O atacante do São Paulo, no entanto, ficou fora, embora tenha ido com a delegação ao Morumbi. Outro detalhe deixou claro o ambiente tenso: a movimentação dos técnicos à beira do gramado. Tanto Tite quanto Adilson Batista mantiveram-se o tempo todo na área técnica. Deram orientações, gritaram, reclamaram, jogaram com seus times... Mas os tricolores pareciam em melhor sintonia com seu comandante. Não à toa, o domínio da primeira etapa foi dos donos da casa. Só que o São Paulo parou na trave, em cabeçada de Casemiro, aos 43 minutos, na falta de pontaria de Piris no rebote, no fraco chute de Lucas, aos 32, e nos oito impedimentos que teve (o SCCP não teve nenhum). De qualquer maneira, mostrou um futebol mais consistente do que o do rival. Pressionado pelos recentes maus resultados e também pela onda de protestos da torcida, o SCCP pouco fez na etapa inicial. Chegou a equilibrar a partida dos 15 aos 30 minutos, mas nada produziu de especial. Ameaçou o gol de Rogério Ceni apenas nas bolas alçadas na área em escanteios e faltas. Melhor, o São Paulo ainda teve uma ótima chance no minuto final da primeira parte. Após boa jogada de Wellington pela esquerda, Piris deu belo drible na grande área e bateu em cima da zaga. Para provar a superioridade tricolor, os números de finalização: foram sete dos anfitriões contra apenas uma dos visitantes. Também no primeiro tempo, aos 28 minutos, o SCCP sofreu uma baixa: Leandro Castán, com um problema na perna esquerda, deu lugar a Fábio Santos, chamado às pressas para compor o banco de reservas - o lateral-esquerdo alvinegro está em fase final de recuperação de uma fratura na clavícula.
Nada de gols. Clássico apagado na noite fria do Morumbi

Segundo tempo
E o segundo tempo começou com... impedimento para o São Paulo. Sem qualquer alteração dos dois lados, o Tricolor deixou clara a sua estratégia: explorar a velocidade de Lucas. Mas, vez ou outra, parava de novo no seu principal inimigo no clássico: os impedimentos. Em menos de dez minutos, foram três. O SCCP, menos vulnerável do que no primeiro tempo, apostava apenas nos contra-ataques e esperava algum erro do adversário. Tite, assim como o são-paulino Adilson, continuava a gritar na beira do campo. Mas as instruções de ambos os lados pareciam não acabar com a morosidade da partida. Diferentemente do primeiro tempo, o São Paulo não conseguia fazer prevalecer seu toque de bola. A prova disso foi que, na ausência de jogadas criativas, os chutões viraram arma. O SCCP, por sua vez, também não fazia nada demais. Tentava, como na etapa inicial, jogadas de bola aérea. E só. Foi numa dessas tentativas, aos 29 minutos, que o Timão criou sua melhor chance na partida. Fábio Santos cruzou da esquerda, e Emerson, da pequena área, cabeceou por cima do gol de Rogério Ceni. O lance ocorreu em um raro momento de desinibição do SCCP, cauteloso demais no clássico. Mais time durante os 90 minutos, o São Paulo bem que tentou articular melhor o jogo com a entrada de Rivaldo, mas a falta de pontaria e a atuação segura da defesa do SCCP impediram um resultado melhor. Por fim, um ponto para cada lado. Nem empolgação demais e nem crise demais.


Ontem fui ao jogo, e da arquibancada, deu pra perceber exatamente o seguinte: Precisamos urgente de um centroavante, pois jogar 80 min. (os 10 min. finais foi sem atacante algum) com um atacante só, é complicadíssimo, ainda mias contra um time que, apesar de ter entrado com 3 na frente, só se defendeu a partida inteira.

Detalhe, esse foi o sexto jogo que fui contra o SCCP, e não vi meu time ganhar...que saco! rs

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