Enfim, após alguns jogos sem fazer análise, estou aqui “tra veiz”.
Nesse sábado o tricolor enfrenta o Figueirense em SC. O time tricolor que não vence há cinco jogos no brasileiro, não terá vida fácil, apesar de não querer que isso aconteça (óbvio), acho difícil vencer hoje, ainda mais com o número de desfalques, doze. O banco de reserva está com um jogador a menos. Mas vamos em frente.
Primeiro tempo
O jogo começou com o tricolor trocando muitos passes, fazendo a bola girar todo o campo. A equipe paulista começou buscando o ataque, e não esperava pra ser atacado. Mas as investidas não surtiam efeito. Com 10 min. o tricolor quase sofre o gol, e isso fez o Figueirense ter o domínio, e o São Paulo que iniciou trocando bons passes, começou a errar nesse fundamento. Aos 17 min. após um erro infantil, cruzar a bola pelo meio, o figueira acertou a bola na trave, e no rebote Xandão salvou. O tricolor não chegava ao ataque, e mais da metade da 1ª etapa já havia passado... A defesa tricolor passou a causar problemas de posicionamento, e assustava a torcida tricolor que compareceu em bom número. Para vencer o jogo, o São Paulo precisará mudar sua postura na partida e agredir mais. Um bom contra ataque poderia contribuir. A dupla de ataque não conseguia segurar uma bola sequer, e todas que iam, voltavam. O jogo se encaminhava para o final quando aos 42 min, em bola parada o São Paulo abriu o placar com Cícero. O primeiro tempo que não estava muito empolgante chegou ao fim com o tricolor em vantagem.
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| Outra fora de casa. Cícero e Rivaldo garantem nova vitória |
Segundo tempo
O tricolor voltou para a segunda etapa e terá 45 min. para tentar sair com o placar a favor. Rivaldo entrou no lugar do Henrique, que não fez absolutamente nada em campo. Agora o tricolor jogará com um centroavante isolado.
Mal havia começado o jogo e o Figueirense empatou o jogo, após a defesa tricolor bater cabeça dentro da área. O gol animou os catarinenses, e isso fez com que o São Paulo ficasse na defesa por mais tempo. Quando teve a bola, desperdiçou alguns contra-ataques, ou havia preciosismo ou os passes saiam errados. Aos 14 min a jogada enfim surtiu efeito, e Casemiro deixou Rivaldo na cara do gol, e com frieza o camisa dez mandou por cima do goleiro. 2 a 1. O Curioso é que os dois gols aconteceu no momento em que o tricolor não estava bem na partida. A equipe catarinense continuava atacando, e o São Paulo se defendendo. Com metade da segunda etapa passada Adilson colocou Luís Eduardo no lugar de Henrique Miranda. Aparentemente o tricolor passava a se defender com quatro zagueiros. João Felipe jogara na direita. Mesmo com o placar a favor o tricolor não conseguia manter a posse de bola, e quando a tinha, desperdiçava com facilidade. Mais de 30 min. já haviam passado, e o São Paulo sentia a necessidade de matar o jogo, caso contrario corria risco de sofrer novo empate. Aos 37 min. o péssimo W. José deu lugar ao estreante Bruno, 18 anos, centroavante cria da base. O São Paulo desistiu de agredir o Figueirense, e toda a bola que tinha posse, procurava sempre gastar o tempo. Mesmo passando sufoco boa parte da partida, o tricolor esteve brigador na partida. Apesar do time todo desfigurado, o fim do jogo chegou e o tricolor conseguiu sua sétima vitória como visitante, a melhor campanha dentro do Brasileirão 2011, e mesmo sofrendo nessa noite, assume a vice liderança momentaneamente.
Destaque positivo
A garra que a equipe demonstrou. Cheio de improvisos saiu com a vitória; João Felipe atuou de lateral direito e foi bem. Abusou em lances individuais, mas se garantiu quando precisou; Rivaldo. Bonito gol, mostrou frieza. Segurou bem a bola, se estivesse menos cansado teria armado mais contra ataques.
Destaque negativo
Sem dúvida alguma a dupla de ataque Henrique e Willian José. Não criaram uma jogada se quer. Todas as bolas lançadas bateram e voltaram; Xandão errou quase todos os botes que tentou. O mais atrapalhado da defesa; Henrique Miranda, esse não me convence em jogo algum.
Os. Eu faço a análise durante o jogo, e não altero os textos já escritos, por conta disso, que o texto no início mostra o que eu achava que aconteceria (ex: a derrota) durante a partida.
Rafael B. Malagodi

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