4 de agosto de 2011

São Paulo 3 x 0 Bahia


Nessa noite fria, no Morumbi, o tricolor enfrenta o Bahia, time que sempre complica, em campeonatos brasileiros.
O tricolor vem sofrendo com a falta de alguns jogadores, e no jogo de hoje, a zaga será improvisada. Sem zagueiros no plantel (B. Uvini sub-20, Xandão e Luís Eduardo lesionados) Adilson Batista improvisa Rodrigo Caio. Torcendo pra não ocorrer nada com a dupla de hoje. Pois não teria quem colocar.
O jogo começou com um detalhe perceptível apenas por quem acompanha essas “bobeiras” (rsrs). O tricolor começou o jogo no campo em que costuma jogar somente no segundo tempo. Ou seja, atacando pro lado da arquibancada laranja. Assim como a noite, os primeiros 10 min. foi frio. A forte marcação de ambas equipes prevaleceu. Mas aos 11 min. Dagoberto recebeu bom passe de Piris, e chutou a esquerda do goleiro. O lance serviu pra mexer com a torcida, que estava pequena hoje. Aos 15 min. novamente Dagoberto deu susto no goleiro. A bola passou raspando a trave. O São Paulo passou a arriscar mais e pressionar o adversário, mas pecava no último passe. Com a subida ao ataque, a defesa tinha que se preocupar com os contra-ataques. Aos 24 Jobson assustou os são paulinos, mandando a bola pra fora. Aos 27 min. Rogério Ceni bateu uma falta, mas a barreira subiu com os braços no alto, e o árbitro marcou pênalti. Claríssimo. Rogério novamente bateu e marcou. 1 a 0 tricolor paulista. O gol deu mais tranquilidade ao São Paulo, mas agora o time baiano é quem passa a atacar, então o tricolor precisará ser mais agudo nas finalizações. Com 34 min. o Bahia pediu também um pênalti, num lance em que Rodrigo Caio furou a bola, e colocou a mão na bola. No momento do lance achei sem intenção, mas no replay, pênalti. Após esse lance, o time do São Paulo passou a cadenciar mais o hoje, pra ficar com a posse de bola por maior tempo, e diminuir o ritmo dos baianos. E antes do fim do primeiro tempo, aos 44 min. Dagoberto ganhou a bola no meio campo e arrancou, e cara a cara com o goleiro fez um golaço, batendo por cobertura. 
Rógerio abriu o placar e comemora o 102º gol na carreira.
Início de segundo tempo, e o tricolor voltou sem mudanças. Apenas a atenção terá que ser redobrada. Com 5 min o tricolor ampliou o marcador. Lucas roubou a bola e arrancou em direção ao gol e marcou. 3 a 0. O gol aconteceu num momento em que o Bahia pressionava o São Paulo. O São Paulo teve sua primeira baixa aos 10 min. Piris num lance infantil levou o segundo amarelo. Aos 15 min. Ilsinho entrou no lugar do Rivaldo. O camisa 77 entrou pra dar mais velocidade no contra golpe. A defesa tricolor mesmo improvisada está conseguindo se virar. Wellington foi deslocado pra lateral direita. Mesmo sofrendo alguns sustos. Mais da metade do segundo tempo havia passado, e o tricolor paulista tinha dificuldade em trocar passes. Com um homem a mais o Bahia passou a pressionar. O grande problema tricolor estava nos passes errados. Isso acontecia pois os jogadores estavam muito distantes um dos outros, o que fez com que o São Paulo rifasse a bola. Com 32 min de jogo, o tricolor já demonstrava que estava satisfeito com o resultado, e não arriscava a todo instante, mesmo jogando em casa. Aos 34 Fernandinho entrou no lugar de Dagoberto, que saiu cansado. Os volantes do tricolor muito voluntariosos, fizeram também a sua parte, e isso facilitava pra zaga. Aos 40 Cícero entrou no lugar de Carlinhos Paraíba. O fim do jogo chegou, e mesmo o São Paulo não fazendo uma partida perfeita, soube administrar e matar a partida no tempo certo. A vitória serviu pra dar confiança ao comandante Adilson Batista, que ainda não havia ganhado no Morumbi.

Destaque positivo:

Dagoberto, foi o jogador mais participativo do jogo. Buscou o gol a todo instante. Fez 3, mas 2 estavam impedido; Rodrigo Caio. Não atuou na sua posição e se doou em campo, mesmo depois de machucado; Rhodolfo. Fez uma partida de pura raça. Si desdobrou em campo; R. Ceni, marcou mais uma vez, e quando exigido esteve seguro.

Destaque negativo:

Alguns momentos de distração da equipe. Muitas vezes quando isso aconteceu, cotou com a falta de pontaria baiana.

                                                         Rafael B. Malagodi

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