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| CASEMIRO FOI O AUTOR DO ÚNICO GOL |
Se a técnica não apareceu no primeiro tempo, Atlético-MG e São Paulo mostraram disposição na luta para manter o aproveitamento de 100% no Brasileirão, retrospecto que os credenciava à liderança. O Tricolor jogou fechado, e Dagoberto era, na prática, o único atacante. Discretamente, Lucas e Casemiro eram os que mais se aproximavam da área atleticana. O Galo, por sua vez, encontrava enormes dificuldades para penetrar na defesa são-paulina. Como os laterais apoiavam pouco, e Mancini era figura apagada, Magno Alves ficou isolado no ataque. Para abrir o placar, o São Paulo usou de sua principal arma, o contra-ataque. Aos 21 minutos, Wellington achou Casemiro na entrada da área. O volante, sem marcação, teve tempo de ajeitar a bola e escolher o canto, antes de soltar a bomba. Golaço! O gol abalou o Atlético-MG, que demorou a se reencontrar na partida. O Tricolor, alheio aos problemas do adversário, dominou o meio-campo, com uma atuação impecável dos garotos Wellington, de 20 anos, e Casemiro, de 19. A pressão do Galo não surtia efeito, tanto que Rogério Ceni participou muito pouco do jogo na etapa inicial. Renan Ribeiro, ao contrário, trabalhou muito mais e ainda levou uma bola na trave, em um chute de Lucas, que desviou em Réver. No fim da primeira etapa, jogadores e torcedores do Atlético-MG reclamaram bastante de três pênaltis em lances duvidosos: um sobre Magno Alves, outro em cima Patric, e o terceiro num chute do Magnata, que teria desviado na mão de Luiz Eduardo. O árbitro Sandro Meira Ricci não teve dúvidas e não assinalou as penalidades.
Dorival Júnior mudou o Galo para a etapa final. Dudu Cearense e Neto Berola entraram nas vagas de Toró e Mancini, respectivamente. E num lance inusitado, o treinador foi obrigado a fazer a terceira mudança antes mesmo de a bola rolar. Fillipe Soutto voltou ao gramado, mas sentiu dores e pediu para sair. Serginho entrou. O novo desenho deu mais possibilidades ao time mineiro. Berola jogava aberto pelas pontas. Dudu Cearense e Serginho estabeleceram nova dinâmica ao meio-campo, e Richarlyson tentava o gol a todo momento, chutando de longe ou aparecendo na área como elemento surpresa. Nesses momentos, brilhou a estrela de Rogério Ceni, com várias intervenções salvadoras. Notando a superioridade atleticana, Carpegiani também mexeu. Tirou Casemiro, Lucas e Dagoberto e colocou Bruno Uvini, Marlos e Willian. Assim, o Tricolor se rearrumou em campo e, por muito pouco, não fez o segundo gol, em jogadas velozes, com Juan e Marlos. O Atlético-MG acabou se afobando na busca pelo empate, o que deu ao São Paulo a possibilidade de respirar e equilibrar o jogo. O time mineiro pressionou nos minutos finais, mas o Tricolor teve sabedoria e tranquilidade para manter o resultado e confirmar a sua terceira vitória no Campeonato Brasileiro, com quatro gols marcados e nenhum sofrido.
Cheguei a tempo de assistir somente ao segundo tempo...e que coisa, hein?!?!
O São Paulo só se defendeu, e deu apenas 1 chute ao gol.
A nossa eterna sorte chama-se Rogério Ceni. Graças a ele saímos de lá com placar a favor.
Ah, e mais uma cornetada. Precisamos urgente do Luís Fabiano, pois ficar dependendo de um atacante só, estamos fu....!!!

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